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“Napkin sketch” de Demetri Martin (autor do livro “This Is A Book“), que ilustra o que é o caminho real para o sucesso de qualquer Start Up.

ClaraHá uma altura nas nossas vidas em que sentimos que tudo se liga. Que nada é novo. Que tudo é um ciclo de algo que já vimos, vivemos ou sentimos.

E é nesta altura que sentimos que os anos passam mais depressa (sim, sentimos que estamos a ficar velhos!).

A minha gata, a Clara, morreu no Domingo. Na segunda-feira anterior brincava com a energia que sempre teve. Na terça-feira fui encontra-la num canto. Quando peguei nela, não ronronava. Ao tentar brincar, deitou-se. Percebi que não estava bem e levei-a de imediato para o Veterinário. Prognóstico mau. Insuficiência renal crónica. Tinha que ficar internada. Ficou até Domingo, altura em que pararam os tratamentos e que comunicaram que os rins não tinham reagido e que não havia mais nada a fazer.

Trouxemo-la para casa e, à noite… morreu-me nos braços.

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Clara

A minha gata Clara, morreu no Domingo. Morreu-me nos braços. Fazia 14 anos a 4 de Julho.

Doeu. Muito. Não que eu alguma vez tenha sido um “animal lover” mas… doeu tanto quanto dói sempre que se perde algo ou alguém que fez parte das nossas vidas.

A Clara, para além de ser a minha primeira e única gata, acompanhou-me em mais de um quarto de vida. Um quarto de vida importante. Importante por ser o último e, por isso, estar presente.

Um quarto de vida onde nasceram os meus filhos e que define a minha vida actual. Onde encaixam as minhas memórias mais recentes. Importante por ter sido… importante.

A Clara era amiga. Quando eu chegava, vinha dizer olá. Quando eu me sentava, vinha pedir mimo. Quando trabalhava em casa, fazia-me companhia na secretária, ao lado do portátil. Quando pressentia alguém triste, dava “marradinhas” com o nariz no canto dos olhos, como quem diz: “não chores!”.

De manhã, tinha saudades e ficava ao lado da banheira enquanto eu tomava banho. Provavelmente preocupada com a falta de sentido de um banho consentido.

Se ser amigo é saber ouvir, acompanhar, estar ao lado, gostar de receber, ser equilibrado, sem excessos ou histeria, posso afirmar que o melhor amigo do homem não é (só) o cão.

Eu que já tive, e gosto, de cães, pela Clara digo hoje “sou mais de gatos”.

P.S.: À parte o post “pessoal”, a Clara é responsável pelo “activar” do Blog. E é para continuar…

new_marketing2As últimas semanas foram muito movimentadas no que diz respeito à publicidade online.

Primeiro o lançamento do iPad e o mercado a pensar como tirar partido, como criar conteúdos e como posicionar (já se percebeu que o que funciona no iPhone não funciona bem no iPad, e vice versa). Logo a seguir, a Apple apresenta a sua plataforma de publicidade móvel, o iAD. Já se percebeu que:

  1. Vai obrigar a criatividade adicional na criação de publicidade integrada com as aplicações e que faça o utilizador participar;
  2. É lançada pela Apple! Quer se goste ou não, com 50 milhões de iPhones no mercado… é para ser levada a sério.

para ajudar…

O Twitter, sem grande novidade, apresentou a sua (esperada) plataforma publicitária, os “sponsored Tweets“, que vão aparecer no meio dos Tweets dos utilizadores cujo conteúdo seja relevante para o anunciante (soa um bocadinho a Google AdWords, não?).

Mais um formato, ou um meio, a ponderar no planeamento de uma campanha online.

opinião sobre os “sponsored Tweets”….

O Twitter é uma ferramenta fantástica para monitorização de comportamentos mas não é uma boa ferramenta para manipulação do comportamento que, no limite, é tudo o que a publicidade é.

O utilizador típico do Twitter não “pesquisa” tweets, apenas os absorve de forma passiva. Se a publicidade começar a ser demasiado intrusiva (spam), vai acontecer ao Twitter o mesmo que aconteceu ao eMail: filtros de spam!

Tenho dúvidas sobre o sucesso dos “Sponsored Tweets”, mas… é esperar para ver.

de novo, o Marketing!

Se até aqui a publicidade online se resumia (mal!) a campanhas de “display” (banners) e “search” (ex.: AdWords), com o iAD, “Sponsored Tweets” e todo o fenómeno das redes sociais, entramos numa nova era da publicidade. Uma nova era em que os níveis de exigência no conhecimento e planeamento de uma campanha, para além de maiores, estão intrinsecamente ligados à marca e ao cliente. Uma nova era de mudança em que é necessário abandonar os modelos publicitários e criar novos, e melhores, modelos de marketing. Modelos que vão muito mais longe e que se foquem totalmente no consumidor, nas suas ligações e nas suas necessidades reais.

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Uma retrospectiva da evolução da Internet como plataforma de media e especulação sobre onde estará daqui a 10 anos.

Apesar de muito bom, o vídeo não é original. Trata-se de uma variação do vídeo “Shift Happens” de Karl Fisch e Scott McLeod:

http://shifthappens.wikispaces.com/versions

Este é o primeiro anúncio de TV de um Apple em… 1977!

Na verdade não é sequer um anúncio da Apple mas, há falta de melhor, é um anúncio feito por uma loja de computadores local. O único da altura.

Apesar da voz assustadora,  os caracteres descendentes ao estilo Matrix não deixam de ser curiosos.

Mais curioso ainda é avaliar o percurso da Apple. De uma empresa que não produzia publicidade própria à empresa que se distingue  hoje pela obsessão pela imagem e criatividade em tudo o que faz, facilmente percebemos até onde chegou em cerca de 30 anos.

Deixa-nos a pensar… se foi assim há 30 anos, como será daqui a 30?

O que é que se obtém quando se misturam luzes de Natal,  muita criatividade e o Guitar Hero? Christmas Light Hero!

O jogo é a sério e joga-se com um controlador wireless de uma wii.

Porque nem tudo na Internet tem que ser Gigante. Porque nem tudo na Internet tem que ser intangível. Porque nem tudo na Internet tem que ser sobre tecnologia e inovação. Principalmente, porque nem tudo na Internet tem que ser GRANDE. O ETSY, lançado em 2005 por Robert Kalin (na altura com 25 anos) é hoje um dos maiores “case studies” de eCommerce. Não vende tecnologia. Não vende produtos inovadores. Vende “apenas” produtos artesanais. Fornece espaço para venda online a “artesãos”. Um espaço bem construído. Simples e funcional mas, bonito!  Apesar de ser um excelente “marketplace”, a analogia correcta no mundo online não seria o de Centro Comercial mas sim de… feira online de artesanato.

Em 2005 a empresa facturou 7 milhões, em 2007 facturou 27 milhões, 90 milhões em 2008 e em 2009, cerca de 180 milhões.

Com 4 anos, o ETSY não é propriamente novo nem desconhecido. No entanto, o princípio de base do Etsy representa algo a reflectir por empreendedores e Startups: “Grow Big, But Stay Small

Por isto:

Quem não gostaria de ter tido um iPhone em miúdo? :)

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(via gapingvoid - yes, I’m a fan!)

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