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Apesar de se tratar de um tema há muito rico em equívocos, as Cookies voltam a ser tema importante para todas as empresas que directa ou indirectamente se enquadram na Lei nº46/2012 de 29 de Agosto de 2012.

A lei, um exemplo clássico de legislação redigida por alguém que  não entende o contexto em que a mesma se enquadra, usa e abusa dos ingredientes básicos para assustar quem, tal como quem redigiu a lei, nada percebe de Internet, privacidade ou publicidade online.

Dizer que as Cookies são utilizadas para seguir utilizadores na Internet, invadindo a sua privacidade e deixando à imaginação todos os males remotamente associados (ex.: vírus, Trojans, worms, phishing, email spam, etc.), sem explicar as suas vantagens, e criar uma lei que obriga todos os sites a, numa primeira visita, dizer “No nosso site pretendemos usar Cookies para seguir a sua navegação, fazer análise comportamental e segmentação que nos permita vender-lhe produtos e serviços que percebemos ser do seu interesse. Aceita a utilização? Sim ou não?” é no mínimo… (recuso-me a adjectivar publicamente).

Mais ainda quando a lei se esquece de referir/admitir que, em muitas situações, a única forma de saber que um utilizador não pretende utilizar Cookies é… através de uma Cookie de “DO NOT TRACK” (um mero detalhe).

As Cookies, só por si, não são más ou elemento de risco. Tratando-se apenas de um “bocado” de informação que recorda uma visita e que pode ajudar o visitante em visitas futuras… têm um lado positivo. Mas, como em tudo, o que é positivo pode tornar-se negativo quando utilizado da forma errada!

Como sempre, um pouco mais de (in)formação em vez de imposição!

“There is nothing more powerful than an idea whose time has come.”
Victor Hugo

3dprinting Grande parte das últimas novidades tecnológicas são simples melhorias incrementais sobre serviços, soluções ou dispositivos existentes.

O Iphone 5 é uma melhoria incremental sobre o Iphone 4s. O Facebook? Melhoria incremental sobre outras redes sociais. Twitter? Blogging + SMS.

A impressão em 3D,  promete e entusiasma!  Entusiasma pela capacidade de (r)evolucionar tudo. Processos de fabrico, indústrias, capacidade de fazer e construir, criatividade, controlo de direitos, legislação e um sem número de temas que não sou sequer capaz de descrever ou imaginar.

Os últimos desenvolvimentos nesta tecnologia, com a criação de impressoras mais rápidas, mais baratas, a cores,  a partilha colaborativa (criando novas perspectivas de peer-to-peer) e a criação de comunidades  de “early starters” em “home 3D printing”  que constroem a sua própria impressora 3D a partir de kits “Do it Yourself” (temos o exemplo do Celso), trazem o espírito do “open source” do mundo digital para o mundo físico.

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“Napkin sketch” de Demetri Martin (autor do livro “This Is A Book“), que ilustra o que é o caminho real para o sucesso de qualquer Start Up.

ClaraHá uma altura nas nossas vidas em que sentimos que tudo se liga. Que nada é novo. Que tudo é um ciclo de algo que já vimos, vivemos ou sentimos.

E é nesta altura que sentimos que os anos passam mais depressa (sim, sentimos que estamos a ficar velhos!).

A minha gata, a Clara, morreu no Domingo. Na segunda-feira anterior brincava com a energia que sempre teve. Na terça-feira fui encontra-la num canto. Quando peguei nela, não ronronava. Ao tentar brincar, deitou-se. Percebi que não estava bem e levei-a de imediato para o Veterinário. Prognóstico mau. Insuficiência renal crónica. Tinha que ficar internada. Ficou até Domingo, altura em que pararam os tratamentos e que comunicaram que os rins não tinham reagido e que não havia mais nada a fazer.

Trouxemo-la para casa e, à noite… morreu-me nos braços.

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Clara

A minha gata Clara, morreu no Domingo. Morreu-me nos braços. Fazia 14 anos a 4 de Julho.

Doeu. Muito. Não que eu alguma vez tenha sido um “animal lover” mas… doeu tanto quanto dói sempre que se perde algo ou alguém que fez parte das nossas vidas.

A Clara, para além de ser a minha primeira e única gata, acompanhou-me em mais de um quarto de vida. Um quarto de vida importante. Importante por ser o último e, por isso, estar presente.

Um quarto de vida onde nasceram os meus filhos e que define a minha vida actual. Onde encaixam as minhas memórias mais recentes. Importante por ter sido… importante.

A Clara era amiga. Quando eu chegava, vinha dizer olá. Quando eu me sentava, vinha pedir mimo. Quando trabalhava em casa, fazia-me companhia na secretária, ao lado do portátil. Quando pressentia alguém triste, dava “marradinhas” com o nariz no canto dos olhos, como quem diz: “não chores!”.

De manhã, tinha saudades e ficava ao lado da banheira enquanto eu tomava banho. Provavelmente preocupada com a falta de sentido de um banho consentido.

Se ser amigo é saber ouvir, acompanhar, estar ao lado, gostar de receber, ser equilibrado, sem excessos ou histeria, posso afirmar que o melhor amigo do homem não é (só) o cão.

Eu que já tive, e gosto, de cães, pela Clara digo hoje “sou mais de gatos”.

P.S.: À parte o post “pessoal”, a Clara é responsável pelo “activar” do Blog. E é para continuar…

new_marketing2As últimas semanas foram muito movimentadas no que diz respeito à publicidade online.

Primeiro o lançamento do iPad e o mercado a pensar como tirar partido, como criar conteúdos e como posicionar (já se percebeu que o que funciona no iPhone não funciona bem no iPad, e vice versa). Logo a seguir, a Apple apresenta a sua plataforma de publicidade móvel, o iAD. Já se percebeu que:

  1. Vai obrigar a criatividade adicional na criação de publicidade integrada com as aplicações e que faça o utilizador participar;
  2. É lançada pela Apple! Quer se goste ou não, com 50 milhões de iPhones no mercado… é para ser levada a sério.

para ajudar…

O Twitter, sem grande novidade, apresentou a sua (esperada) plataforma publicitária, os “sponsored Tweets“, que vão aparecer no meio dos Tweets dos utilizadores cujo conteúdo seja relevante para o anunciante (soa um bocadinho a Google AdWords, não?).

Mais um formato, ou um meio, a ponderar no planeamento de uma campanha online.

opinião sobre os “sponsored Tweets”….

O Twitter é uma ferramenta fantástica para monitorização de comportamentos mas não é uma boa ferramenta para manipulação do comportamento que, no limite, é tudo o que a publicidade é.

O utilizador típico do Twitter não “pesquisa” tweets, apenas os absorve de forma passiva. Se a publicidade começar a ser demasiado intrusiva (spam), vai acontecer ao Twitter o mesmo que aconteceu ao eMail: filtros de spam!

Tenho dúvidas sobre o sucesso dos “Sponsored Tweets”, mas… é esperar para ver.

de novo, o Marketing!

Se até aqui a publicidade online se resumia (mal!) a campanhas de “display” (banners) e “search” (ex.: AdWords), com o iAD, “Sponsored Tweets” e todo o fenómeno das redes sociais, entramos numa nova era da publicidade. Uma nova era em que os níveis de exigência no conhecimento e planeamento de uma campanha, para além de maiores, estão intrinsecamente ligados à marca e ao cliente. Uma nova era de mudança em que é necessário abandonar os modelos publicitários e criar novos, e melhores, modelos de marketing. Modelos que vão muito mais longe e que se foquem totalmente no consumidor, nas suas ligações e nas suas necessidades reais.

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Uma retrospectiva da evolução da Internet como plataforma de media e especulação sobre onde estará daqui a 10 anos.

Apesar de muito bom, o vídeo não é original. Trata-se de uma variação do vídeo “Shift Happens” de Karl Fisch e Scott McLeod:

http://shifthappens.wikispaces.com/versions

Este é o primeiro anúncio de TV de um Apple em… 1977!

Na verdade não é sequer um anúncio da Apple mas, há falta de melhor, é um anúncio feito por uma loja de computadores local. O único da altura.

Apesar da voz assustadora,  os caracteres descendentes ao estilo Matrix não deixam de ser curiosos.

Mais curioso ainda é avaliar o percurso da Apple. De uma empresa que não produzia publicidade própria à empresa que se distingue  hoje pela obsessão pela imagem e criatividade em tudo o que faz, facilmente percebemos até onde chegou em cerca de 30 anos.

Deixa-nos a pensar… se foi assim há 30 anos, como será daqui a 30?

O que é que se obtém quando se misturam luzes de Natal,  muita criatividade e o Guitar Hero? Christmas Light Hero!

O jogo é a sério e joga-se com um controlador wireless de uma wii.

Porque nem tudo na Internet tem que ser Gigante. Porque nem tudo na Internet tem que ser intangível. Porque nem tudo na Internet tem que ser sobre tecnologia e inovação. Principalmente, porque nem tudo na Internet tem que ser GRANDE. O ETSY, lançado em 2005 por Robert Kalin (na altura com 25 anos) é hoje um dos maiores “case studies” de eCommerce. Não vende tecnologia. Não vende produtos inovadores. Vende “apenas” produtos artesanais. Fornece espaço para venda online a “artesãos”. Um espaço bem construído. Simples e funcional mas, bonito!  Apesar de ser um excelente “marketplace”, a analogia correcta no mundo online não seria o de Centro Comercial mas sim de… feira online de artesanato.

Em 2005 a empresa facturou 7 milhões, em 2007 facturou 27 milhões, 90 milhões em 2008 e em 2009, cerca de 180 milhões.

Com 4 anos, o ETSY não é propriamente novo nem desconhecido. No entanto, o princípio de base do Etsy representa algo a reflectir por empreendedores e Startups: “Grow Big, But Stay Small

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