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Em momentos de crise, ser “interessante” representa um activo valioso. As pessoas querem estar com quem é interessante; querem contratar quem é interessante; querem manter quem é interessante.

Por isto (na verdade… por muito mais) é importante tornarmo-nos… interessantes; é importante investir no “eu”; investir na “marca eu”.

Apesar de na maior parte das vezes não ter paciência para o fazer e de ser, por puro senso comum, o que aprendi resume-se a dois princípios:

Para ser interessante é preciso ser interessado. É importante encontrar o que há de interessante em tudo, aprender a reparar nas coisas, aprender a ouvir. Se acharmos que uma determinada pessoa (ou coisa) é interessante, é provável que ela retribua achando-nos igualmente interessantes.

As pessoas interessantes são boas a partilhar. (É este o princípio do Twitter!) Não podemos estar interessados em alguém que não nos diz nada. Ser bom a partilhar não é o mesmo que falar, falar e falar. Significa que partilhamos as nossas ideias, que deixamos as pessoas brincarem com elas e que somos bons a falar delas sem termos que falar de nós próprios.

Por tudo isto, não há uma forma de ser interessante. Há muitas. E muitas não envolvem tecnologia, Internet, redes sociais, nem Twitter. Envolvem atitude. Consciência. Clarividência. Trabalho.

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Lurking

lurking

“Lurker” é uma pessoa que lê discussões em fóruns, Blogs, sites informativos, de partilhas de ficheiros ou qualquer outro tipo de sistema interactivo, mas que raramente, ou nunca, participa de forma activa.

Ultimamente tenho… “lurking around”. Menos Twitter. Menos Facebook. Menos Google Reader. Os mesmos videocasts e podcasts. Mais trabalho. Calor. Cansaço.

Durante este período fartei-me de uma parte do Twitter. Não tenho paciência para as flores do Facebook. Irrita-me o “[...] has voted you are hot. Vote her for being hot too, or vote for something else”. Irrita-me o pedantismo de algumas NetStars (normalmente americanas).

Estava a precisar de férias. Volta não volta tenho períodos assim. Podia pensar que acontece com o passar dos anos mas não. É assim desde sempre.

Na verdade acho estes períodos são positivos. Permitem ganhar perspectivas. Ou pelo menos… sair da nossa perspectiva. E quando voltámos… já não é a mesma. Está renovada. Diferente.

Neste momento… férias! Depois, voltar!


WiiSpray Teaser from Martin Lihs on Vimeo.

Ainda não saiu mas já começa a ser apresentado: o WiiSpray, desenvolvido na mítica Bauhaus em Weimer (Alemanha).

Este aerosol virtual para além de não sujar tem ainda a vantagem de  não destruir a camada de ozono!

Provavelmente, arrisca-se a fazer pela pintura e pelo Graffiti o que o Guitar Hero fez pela música! Muito bom!

magalhaes1Depois de ter instalado e ligado os 2 Magalhães à rede Wireless lá de casa, primeiro teste: aceder ao Google. Nada!

O Magalhães não acedia. Depois de algumas tentativas lá reparei que a mensagem não era de erro de ligação e lembrei-me (porque já tinha ouvido comentários) do “Controlo Parental” (a expressão soa mal em Português, eu sei).

Ao aceder à configuração percebi que o Magalhães, o tal computador que tem como objectivo ajudar a criar uma nova geração com igualdade de acesso à informação, sem infoexcluídos, permite aceder… a nada.

Ainda me debati com as configurações de acesso, adicionei o Google à lista de sites e mais alguns sites de que me lembrei. Por breves momentos, avaliei a as velhas questões do “To Instant Messenger or not to Instant Messenger?” (não percebi porque é que o Messenger é permitido enquanto o Live Messenger, não é).

Foi nesta altura que o meu filho me perguntou “E o Skype? Não posso falar contigo através do Skype?” e a seguir, “Nem YouTube?”.

Apesar dos receios e dúvidas, decidi fazer de imediato o que o meu instinto sempre me disse e desliguei o “Controlo Parental” e dei por mim a pensar “Bem-vindo ao bizarro mundo novo da censura paternal!”.

Digo “bizarro” porque o “Controlo Parental” é um conceito que se usado sem consciência (como vejo fazer tudo o que são revistas e publicações para Pais e Filhos), trás consigo o perigo da ignorância e contraria o que o próprio termo advoga.

Não há nenhuma forma de impedir os nossos filhos de serem expostos a tudo o que por aí anda de negativo, mau e horrível. Seja na Internet, na escola, na rua ou em qualquer outro espaço das suas vidas. Por muito que queiramos prolongar-lhes a inocência por mais alguns anos (e tudo se resume a isto!), a proibição e a censura nunca foram solução. Se não descobrirem em casa, descobrem fora, com o silêncio de quem nunca viu (nunca fizeram, em miúdos, nada que contrariasse as imposições dos vossos Pais? Nada de proibido, apenas por ser… proibido?).

Esqueçam a Internet e lembrem-se que tudo se resume a acompanhamento e valores! Nenhum software pode substituir-nos a nós, Pais, na tarefa activa de supervisionar a vida dos nossos filhos. Seja no Online ou no Offline!

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magalhaes

Após 6 meses de espera, os meus filhos receberam finalmente os seus Magalhães.

Mal os retiraram da caixa a primeira coisa que fizeram foi, obviamente, ligarem-no. Antes que fizessem algo que me fosse dar mais trabalho, consegui pará-los e iniciar o processo de instalação assistida (sempre com os 2 a perguntarem “demora muito?” :)).

Eu sabia que o Magalhães vinha com o Windows XP e com a distribuição, Made In Portugal, do Linux, Caixa Mágica, mas não tinha pensado, nem ponderado, sobre qual sistema instalar.

Apesar de ter o meu passado ligado ao Unix e de ter sido sempre defensor do Linux e software aberto, nisto dos sistemas operativos nunca fui fundamentalista e dadas as duas opções de instalação, sem hesitar e de forma instintiva, instalei o Windows.

Porquê? Tratando-se de um computador para miúdos com menos de 10 anos e que tem como objectivo ser um facilitador na entrada nesta nova era da informação, percebi que prefiro que usem um sistema que tenha uma utilização mais geral, sem restrições e que não lhes crie dificuldades (nem a mim a seguir).

Escolhi o Windows por achar mais simples, por achar que entre eles (miúdos) é mais simples aprenderem pela partilha de experiências em Windows e por achar que para os miúdos é mais enriquecedor (experimentem correr a Diciopédia no Linux).

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Vi este vídeo mal foi colocado no site da TED e achei fenomenal. Há uma semana, devido a um Twitt directo do Francisco Costa (thanks!) revi-o e consegui achar ainda mais.

Porque me entusiama tudo o que liga online e offline, e por achar que é um dos melhores TEDs que vi nos últimos tempos (e tenho visto muitos!), acho que merece  e deve ser divulgado.

Pensem nas possibilidades e memorizem o que vão ser os Legos de amanhã: Siftables!

email-marketingO email continua a ser a Killer App da Internet e tem tanto de fenómeno de Marketing como cultural. No seu relativo pouco tempo de vida, o email tornou-se de tal forma massificado que a sua utilização, quer se goste ou deteste, é parte essencial de qualquer acção de Marketing multicanal, ultrapassando outros canais em quase todas as suas dimensões - volume, frequência, facilidade na execução, custo, apenas para enumerar algumas.

Apesar da importância que ganha enquanto ferramenta de Marketing, muita gente, incluindo Marketeers, continua a avaliar as suas campanhas de email marketing pela avaliação das métricas de envio (ex.: os meramente indicativos rácios de abertura e cliques (CTRs)).

Com toda a importância que estas métricas possam ter na percepção de um determinado nível de sucesso, é importante que se perceba e retire o devido valor do que está “para lá do click”. É importante saber quantas pessoas receberam, viram, ou clicaram nos links de uma mensagem de email, e mesmo quem são. O valor real

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Twittermania

Muito, muito bom! E sim, eu Twitto mas não é por isso que existo! Continuo a preferir a “presença” dos amigos! :)

Apesar da histeria sobre o Twitter, acredito que o Twitter é mais do que um serviço e transformou-se numa ferramenta única para obter opiniões e tendências em tempo real.

Associem o Twitter a serviços como o Yelp e GetSatisfaction e temos o “Customer Care 2.0″!

Recordo a minha opinião com o post  “Porque é que eu uso o Twitter?“.

twitter_bp

Este cartoon já tem algum tempo. Mas à medida que o tempo passa, espelha uma preocupação crescente para accionistas e utilizadores.

É impressão minha ou o Facebook está a recuperar terreno no MicroBlogging?

voip_is_not_dead_xs2Depois de ter adquirido em Julho de 2007 o operador VoIP GrandCentral e se ter pensado que iria deixar morrer o serviço, o Google anunciou há pouco mais de uma semana o seu relançamento através do Google Voice.

À semelhança dos primeiros dias do VoIP, muitos apontam o serviço como séria ameaça à indústria das telecomunicações e, novidade, à própria indústria do VoIP (leia-se, operadores de Voz sobre IP existentes e Skype).

Se as pesquisas Google revolucionaram a Web, e o GMail revolucionou o email gratuito, o Google Voice pode revolucionar o mundo da Voz.

Qual é a novidade do Google Voice?

Não há grandes novidades. Apenas o nome “Google” e uma “killer app”.

Nos meus tempos passados do VoIP (na Netcall), sempre defendi que o VoIP não tinha um modelo de negócio directo e que só seria sustentável quando associado a negócios com músculo financeiro e de mercado que vissem no VoIP, e na voz em geral, uma “commodity” e alavanca para trazer valor acrescentado a outros serviços. Na altura, este “músculo” era óbvio no mundo dos operadores de telecomunicações e na necessidade de criação de pacotes Triple Play (voz + vídeo + Internet).

É curioso que depois da inconsequente compra do Skype pelo eBay, seja agora um muito consequente Google que mais do que “músculo” trás o foco no utilizador, a paciência e visão Web para tirar partido real da convergência de serviços de voz e dados.

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