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dayswithmyfather

Recebi recentemente, enviado por um amigo, um link amigo de um site que não podia deixar de partilhar e comentar. É um site. Mas não é mais um site. É um site bonito. Pela estética. É um site bonito porque mostra que a web não é fria. É um site bonito porque usa a Web para expor uma vida, uma história, um pai, um filho. É um site bonito porque é de uma sensibilidade extrema. É um site bonito porque representa o tributo mais bonito e sentido que alguma vez vi a uma vida. É um site bonito porque representa o tributo a um pai, contado por um filho. É um site bonito porque mostra como é que se recorda e eterniza na Web. “Recordar-te” é assim e não de outra forma. Bonito e sentido. Vejam…

http://www.dayswithmyfather.com

“Making the simple complicated is commonplace:
making the complicated awesonly simple, that’s creativity.”
- Charles Mingus

Um dos símbolos que a Internet mais banalizou e cuja origem não questionamos… qual a origem do “@”? Lembrei-me e fui ver.

O “@” aparece em vários documentos do século 14 como diminutivo de “amphora“, um vaso cerâmico de tamanho normalizado que por ser utilizado normalmente como medida para trocas comerciais de azeite e vinho deu origem ao “at the price of“, ou seja, uma unidade monetária de troca.

O velho símbolo foi utilizado durante centenas de anos em máquinas de calcular e de escrever.  Recentemente, a sua utilização nos computadores transformou-o no “at” ou, em português, arroba (alguma semelhança com uma unidade de medida? :)).
Tomlison, através de um Model 33,achou que seria necessário utilizar um símbolo que não aparecesse no nome de ninguém evitar confusões. O “@/at” foi uma escolha lógica, quer por não ser utilizado em nomes, quer por representar a palavra “at”, indicando que um dado utilizador estaria “@/at” um computador específico.

Hoje… esqueçam-se dele e… esqueçam os e-mails!

Há muito que o estado do nosso ensino me perturba. Perturba-me que a discussão sobre o ensino seja quase *só* e *apenas* sobre reivindicações e direitos. Sobre sindicatos. Sobre greves. Perturba-me porque tenho 2 filhos. Perturba-me porque assisto passivamente a um sistema que já era caduco no meu tempo e que hoje… se mantém. Perturba-me que muito poucos “respirem” as mudanças deste novo mundo…

Algumas perguntas chave sobre “Educação 2.0” para nos fazer pensar e… conversar:

  • Qual é a reacção inicial depois desta apresentação?
  • De que forma é que estas “mudanças” se manifestam nas nossas vidas pessoais? E profissionais?
  • O que é que significa preparar alunos para o Século 21? Que conhecimentos e capacidades é que um aluno precisa para sobreviver e passar por esta nova era?
  • Que implicações é que tudo isto tem na nossa forma de fazer as coisas?
  • Precisamos de mudar? Se sim, como?
  • Como é que vamos daqui para ali?
  • Que desafios temos que ultrapassar à medida que vamos avançando?
  • Que apoios é que precisamos à medida que vamos avançando?
  • Que tipo de treino/aprendizagem precisamos à medida que vamos avançando?
  • Que tipo de compromissos teremos que fazer (com cada um de nós, com alunos e com a comunidade) para seguir em frente?
  • Quem está assustado? Porquê?
  • O que é que faremos a seguir? Que passos concretos poderemos dar num futuro próximo?
  • Hoje, é possível um professor ser um excelente professor se não souber como usar a tecnologia?

Mais uma campanha interactiva BySide, desta vez para promover o tarifário Optimus Zero e desenvolvida com a Euro RSCG.

Tal como no spot de televisão, a campanha apoia-se na imagem da Soraia Chaves, cara feminina da campanha.

Na vertente interactiva (a componente BySide) a Soraia Chaves pede ao utilizador que lhe dê o seu número de telefone para lhe ligar e, em privado, explicar as vantagens do tarifário Optimus Zero.

A interacção tem como variante reconhecer que o utilizador voltou, mudando a interacção da Soraia Chaves e a mensagem da chamada telefónica. Se o utilizador não deixar o número de telemóvel a Soraia Chaves fica… aborrecida e vai embora.

É ainda possível “enviar a um amigo”, ou seja, ao fornecer o telemóvel de um amigo, a Soraia liga-lhe para informar das condições do tarifário Optimus Zero.

Como em todas as campanhas BySide, está presente a componente de criação de perfis, análise comportamental, análise de leads, conversão, etc..

Para já, a campanha pode ser vista em: http://zero.optimus.pt

E por falar em vídeos holográficos, se eu nunca acreditei muito na vídeo-conferência, à falta de tele-transporte, a tele-presença holográfica já me satisfaz.

Enquanto habitante do Norte, descentralizado, e semanalmente em viagens a Lisboa para reuniões de trabalho, gostaria que fosse já uma tecnologia corrente.

Ainda não o é, não vai ser em tempo útil, mas é interessante ver que já existe:

Nota: sinal dos anos, cada vez mais reparo que as referências que dou como adquiridas não o são para

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Confundir Newmedia com Webmedia é muito redutor.

O mundo do offline está “cheio” de novas possibilidades: montras interactivas (em 2D), t-shirts com Bluetooth, jardins virtuais, paredes interactivas…

Agora… imaginem que passam numa montra de uma loja e vêm uma passagem de modelos a acontecer em 3D? Kate Moss a apresentar a última colecção? Coldplay num converto ao vivo? Preços e informações a flutuarem ao lado das peças.

Imagens holográficas em 3D no mercado de consumo, já não é ficção. Em breve, numa montra perto de si:

Férias 2.0?

férias 2.0Nestas últimas duas semanas tenho “tentado” *estar* de férias: aquela altura do ano em que tentamos fugir à rotina, descontrair e compensar a família pela falta de atenção a que o dia-a-dia nos obriga.

Este ano, pela fase de crescimento do meu projecto e devido a uma série de projectos que temos em curso, fui obrigado a tirar umas férias… 2.0.

Qual a definição? Simples: férias em que levamos o portátil, placa 3G, telemóvel e, pior, a “task list” (e o GTD)!

Pequena correcção: “férias 2.0″ não são férias. São apenas um breve período em que nos deslocamos fisicamente para locais onde normalmente outros passam férias. Nós, os das férias 2.0, somos uma espécie de figurantes que criam ambiente.

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“Always forgive your enemies, nothing annoys them so much”
Oscar Wilde

micrositeFalando contra iniciativas de clientes, parceiros e alguns amigos (vou levar nas orelhas!), sempre fui contra a utilização de microsites ou, se preferirem, minisites.

Nunca os defendi. Nem mesmo no tempo em que o meu negócio passava pela criação de websites (apesar de me facilitarem a vida e gerarem receitas adicionais)!

A maior parte dos microsites não são muito mais do que brochuras online, com gráficos apelativos e que gritam ao mundo:

“na minha empresa, mexer no site Internet é tão difícil que já desistimos e por isso, em vez de resolver o problema, peguem lá isto (o microsite)!”.

É claro que as agências incentivam (muito!) o seu uso. É que os sites das “marcas” já existem, sempre com processos difíceis (leia-se “impossíveis”), e não criam espaço para novos desenvolvimentos (leia-se “receitas”). Ao sugerir a criação de um microsite, a agência promove de forma rápida a geração de novas receitas; não é precisa lidar com recursos internos para além do Marketing; trabalha num ambiente controlado; custos controlados; e, mais importante, lucrativo! Haah… e aumenta o portefólio!

A verdade é que os microsites são caros pois consomem recursos caros (a nata da agência) e morrem ao fim de pouco tempo. Claro que o objectivo imediato é sempre nobre: branding! Levar a marca ao “next level”! Mas normalmente o tempo e dinheiro gastos não acompanham os resultados.

Raramente um microsite leva a marca ao “next level”. Isto porque muito provavelmente só há duas razões que justificam a sua criação: o site Internet não presta e/ou é demasiado difícil fazer algo de novo.

Com o estado da arte na publicidade online e com as possibilidades oferecidas por acções de “rich media”, as acções promovidas num microsite podem ser enquadradas nas acções de comunicação externa, quer ao nível de budget quer de decisão.

Claro que há excepções. Há sempre. E claro que podemos sempre tentar justificar que “ESTE” microsite é uma excepção (shhh… 99% vão estar errados!).

A verdade é que neste momento a Internet oferece alternativas suficientes ao “microsite” e está na altura de sermos inteligentes e de fugirmos ao pensamento criativo convencional. O consumidor… apenas quer entrar, aceder ao que procura e… sair. E isto é a Internet. Por isso… devemos fazê-lo ao nível do nosso branding online, ou seja, no nosso site!

Algumas considerações sobre causas e consequências:

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