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new_marketing2As últimas semanas foram muito movimentadas no que diz respeito à publicidade online.

Primeiro o lançamento do iPad e o mercado a pensar como tirar partido, como criar conteúdos e como posicionar (já se percebeu que o que funciona no iPhone não funciona bem no iPad, e vice versa). Logo a seguir, a Apple apresenta a sua plataforma de publicidade móvel, o iAD. Já se percebeu que:

  1. Vai obrigar a criatividade adicional na criação de publicidade integrada com as aplicações e que faça o utilizador participar;
  2. É lançada pela Apple! Quer se goste ou não, com 50 milhões de iPhones no mercado… é para ser levada a sério.

para ajudar…

O Twitter, sem grande novidade, apresentou a sua (esperada) plataforma publicitária, os “sponsored Tweets“, que vão aparecer no meio dos Tweets dos utilizadores cujo conteúdo seja relevante para o anunciante (soa um bocadinho a Google AdWords, não?).

Mais um formato, ou um meio, a ponderar no planeamento de uma campanha online.

opinião sobre os “sponsored Tweets”….

O Twitter é uma ferramenta fantástica para monitorização de comportamentos mas não é uma boa ferramenta para manipulação do comportamento que, no limite, é tudo o que a publicidade é.

O utilizador típico do Twitter não “pesquisa” tweets, apenas os absorve de forma passiva. Se a publicidade começar a ser demasiado intrusiva (spam), vai acontecer ao Twitter o mesmo que aconteceu ao eMail: filtros de spam!

Tenho dúvidas sobre o sucesso dos “Sponsored Tweets”, mas… é esperar para ver.

de novo, o Marketing!

Se até aqui a publicidade online se resumia (mal!) a campanhas de “display” (banners) e “search” (ex.: AdWords), com o iAD, “Sponsored Tweets” e todo o fenómeno das redes sociais, entramos numa nova era da publicidade. Uma nova era em que os níveis de exigência no conhecimento e planeamento de uma campanha, para além de maiores, estão intrinsecamente ligados à marca e ao cliente. Uma nova era de mudança em que é necessário abandonar os modelos publicitários e criar novos, e melhores, modelos de marketing. Modelos que vão muito mais longe e que se foquem totalmente no consumidor, nas suas ligações e nas suas necessidades reais.

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Uma retrospectiva da evolução da Internet como plataforma de media e especulação sobre onde estará daqui a 10 anos.

Apesar de muito bom, o vídeo não é original. Trata-se de uma variação do vídeo “Shift Happens” de Karl Fisch e Scott McLeod:

http://shifthappens.wikispaces.com/versions

Este é o primeiro anúncio de TV de um Apple em… 1977!

Na verdade não é sequer um anúncio da Apple mas, há falta de melhor, é um anúncio feito por uma loja de computadores local. O único da altura.

Apesar da voz assustadora,  os caracteres descendentes ao estilo Matrix não deixam de ser curiosos.

Mais curioso ainda é avaliar o percurso da Apple. De uma empresa que não produzia publicidade própria à empresa que se distingue  hoje pela obsessão pela imagem e criatividade em tudo o que faz, facilmente percebemos até onde chegou em cerca de 30 anos.

Deixa-nos a pensar… se foi assim há 30 anos, como será daqui a 30?

O que é que se obtém quando se misturam luzes de Natal,  muita criatividade e o Guitar Hero? Christmas Light Hero!

O jogo é a sério e joga-se com um controlador wireless de uma wii.

Porque nem tudo na Internet tem que ser Gigante. Porque nem tudo na Internet tem que ser intangível. Porque nem tudo na Internet tem que ser sobre tecnologia e inovação. Principalmente, porque nem tudo na Internet tem que ser GRANDE. O ETSY, lançado em 2005 por Robert Kalin (na altura com 25 anos) é hoje um dos maiores “case studies” de eCommerce. Não vende tecnologia. Não vende produtos inovadores. Vende “apenas” produtos artesanais. Fornece espaço para venda online a “artesãos”. Um espaço bem construído. Simples e funcional mas, bonito!  Apesar de ser um excelente “marketplace”, a analogia correcta no mundo online não seria o de Centro Comercial mas sim de… feira online de artesanato.

Em 2005 a empresa facturou 7 milhões, em 2007 facturou 27 milhões, 90 milhões em 2008 e em 2009, cerca de 180 milhões.

Com 4 anos, o ETSY não é propriamente novo nem desconhecido. No entanto, o princípio de base do Etsy representa algo a reflectir por empreendedores e Startups: “Grow Big, But Stay Small

Por isto:

Quem não gostaria de ter tido um iPhone em miúdo? :)

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(via gapingvoid - yes, I’m a fan!)

Em Outubro a Hitwise publicou um relatório que estima que as pesquisas relacionadas com música representem cerca de 6% de todas as pesquisas do Google.

6% de todas as pesquisas do Google! É imenso!

A integração nos resultados destas pesquisas de conteúdo áudio que pode ser comprado online, representam um potencial de vendas gigantesco e tornam o Google num dos principais “players” do novo mercado da música.

Dito e feito. Apesar de já permitir pesquisas contextualizadas por música há muito tempo (bastava adicionar numa pesquisa o termo “music:”), a partir de agora o Google Music Search integra nos resultados de pesquisas (nos EUA - ver nota final) por artista, album ou música, a possibilidade de ouvir excertos, letras, ver videoclips, obter bibliografias de bandas, comprar online música ou bilhetes para concertos.

Como quase todos os lançamentos recentes do Google (ex.: Google Books, Google Voice, Google Social Search, etc.), as implicações para este mercado são imensas. Ao permitir que as compras online sejam feitas no iLike (comprado recentemente pelo MySpace) ou Lala, o Google torna-se numa gigantesca força de vendas para estes dois player. Implicações?

  1. Ameaça à liderança do iTunes
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vodafone1Ao ver a nova assinatura da Vodafone (em parte pelo título do post anterior) dei por mim a pensar que alguma coisa falha nesta assinatura e veio-me à cabeça a imagem de um tipo de meia idade a dizer “Porreiro, pá!” para parecer “cool”, “jovem” e “sintonizado”.

A Vodafone mudou a assinatura de “viva o momento” (“Make the most of now”) para “power to you”. Com o “power to you”, afirma-se centrada no cliente e reforça a experiência Internet e multimédia, através da aposta no smartphone e no serviço Vodafone 360, um integrador de rede sociais com uma “app store” (efeito iTunes?) e que substitui o Vodafone Live (lançado em 2002).

O que é que falha? O “You”!

É que no contexto 2.0, o “poder” não está no “you”, não está na individualização mas sim no oposto, no democratizar, no ligar, no potenciar interligações. O “poder” está no “agora” e na “comunidade”. Na capacidade de potenciar a comunidade. No “crowdsourcing”. Ou seja, num sempre positivo “US”.

Este é o momento do… “Power to us”!

A estratégia do Google para as redes sociais é irritantemente simples e brilhante.

O Google sabe que as redes sociais, tal como hoje são definidas, são apenas um fruto mediático. São uma fase. E a médio prazo (não muito longínquo) a Internet será por si só uma GIGANTESCA rede social. E não vai ser o Facebook, o LinkedIN, o Hi5, o Twitter ou o próprio Google a definir no mundo virtual quem são os nossos amigos, conhecidos ou “relacionados”. São todos!

O Google tem lançado várias ferramentas que potenciam ligações e o conhecimento das redes sociais em toda a Internet. Seja no Facebook, Twitter, Google Reader, Gmail, Blogues pessoais ou em qualquer conteúdo criado.

Utilizando o Google Profiles, qualquer utilizador pode adicionar o seu nome, sites e redes sociais de que faz parte. A partir daqui o Google faz aquilo que sabe fazer melhor: pesquisar; pesquisar informação sobre quem são os nossos amigos nas redes sociais e na Internet em geral.

Com base nesta informação, o Google Social Search apresenta resultados baseados nos conteúdos e experiências das pessoas que conhecemos.

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