Reality check… ser empreendedor.
May 26th, 2008 by Vitor Magalhaes
Ser empreendedor em Portugal é um desafio maior de que se faz parecer.
E o problema não está somente nos “empreendedores” (eles existem!). Não só não há uma polÃtica real de Capital de Risco, de incentivos (são para todos mas só mais ou menos) e banca… Startups? Esqueçam.
Por isso, como dizia um velho amigo Espanhol “Menos diz, diz e mais faz, faz!”.
Porque por vezes nos esquecemos que o objectivo das empresas não é conseguir investimentos mas sim algo mais básico como… gerar receitas, uma apresentação do David Heinemeier Hanson, criador do “Ruby on Rails” e CoFundador da 37signals que explica que à s vezes é difÃcil ser o próximo FaceBook, Twitter, YouTube mas… podemos ter sucesso a fazer apenas… mais do mesmo.
Apesar da voz algo esganiçada… o David é um tipo brilhante que faz aqui um excelente “Reality check” e explica como criar uma StartUp de (relativo) sucesso:
Já agora… vale a pena ver a restante série do “Startup School“.
P.S.: Estamos definitivamente a entrar numa nova “Bolha”. Ainda não se sente em Portugal mas já é muito visÃvel no mercado Americano… e desta vez temos números e métricas para a sustentar!













é bom ver alguem a corroborar o que ando a dizer ha imenso tempo. isto da web 2.0 esta a caminhar a passos largos para a saturação e o eventual *pop*
Há claramente uma diferença entre este perÃodo e a fase da “nova economia” (em 2000): massa crÃtica; volume. Hoje, a Internet não vai ser… já é. Já não é preciso explicar o porquê de estar na Net (lembro-me da dificuldade que tinha em 94/95 em explicar o que fazia quando me perguntavam o que é que eu “fazia” :)).
Apesar disto, é verdade que somos de memória curta… ou então há uma nova geração que não “passou” pela bolha anterior. É importante não esquecer o básico… as empresas existem para ser rentáveis com o que fazem e não apenas com o dinheiro que recebem.
sim, felizmente a internet enquanto medium já tem o estatuto que merece. infelizmente com a ascenção das social networks e companhia corre outros riscos, nomeadamente um estigma de que é “coisa de crianças” e/ou um poço de criminalidade.
em relação à era do .com tenho de admitir que era muito novo para a viver de um ponto de vista “profissionalizado” mas concordo plenamente com a que foi dito. é necessário que qualquer empresa, seja baseada na web ou não se consiga valer a si mesma finaceiramente. infelizmente as pessoas gostam de buzzwords e isso acaba por ter consequencias…
de qualquer forma acho que o futuro passa, entre outras coisas, por um equilibrio entre os preceitos da nova economia e os preceitos da web 2.0. nomeadamente a complementaridade entre o desenvolvimento de aplicações cliente com acesso à rede e a utilização da “web como plantaforma”. vide last.fm que ja reparei que usa. isto a nÃvel do funcionamento dos serviços e não de formas de rentabilização, que eu nao tenho aspiração a gestor.
Não podia concordar mais contigo. Desde 2000 que digo que a Internet vai acontecer como plataforma assim que se libertar do Browser. Apesar da importância, valor, etc., o browser acaba por ser o maior “bloqueador” de desenvolvimento Web.
Last.FM, não está aqui no Blog por acaso. Por mais que se fale de Web 2.0, Social Networking, whatever… o Last.FM é para mim o exemplo mais perfeito do que deve ser, do que vai ser, a Internet.