GMail… out of the cloud!
Jan 31st, 2009 by Vitor Magalhaes

Esta semana o Google tornou o GMail acessível em modo Offline, permitindo que possa funcionar independentemente de existir ou não uma ligação à Internet.
Para mim, que centralizo no GMail o meu mail, Twitter, Friendfeed, Google Docs, Calendar e que o uso como “homepage” do browser, isto são muito boas notícias.
Claro que o Outlook, Thunderbird, iMail ou qualquer outro cliente de email o permite fazer mas há duas grandes diferenças:
- O GMail é na minha opinião (e de muitos outros), um cliente de email quase perfeito! Com o funcionamento offline, deixo de precisar de outros clientes;
- Com GMail não tenho que instalar software. Basta-me um browser e acedo de forma centralizada ao meu email de qualquer parte: do meu PC, de qualquer PC, iPhone, netbook, etc..
Depois de já ter disponibilizado modos Offline no Google Reader, Google Docs e GMail, fica a faltar o Google Calendar para completar um pacote sério de aplicações que atacam o modelo actual de Desktop. Na verdade, não atacam… apenas antecipam o futuro.
Para perceberem melhor, nada como a explicação dos próprios:
P.S.: E eu… também gostava do Chrome para Mac!



Então aí temos a web a (quase) libertar-se do browser. Continuo a ser (moralmente) adepto de aplicações desktop nativas mas é um bom passo.
Curiosidade: o que é ser (moralmente) adepto de aplicações desktop nativas?
Se o Google Calendar também ficar com a funcionalidade offline do Gears então é que quase não preciso de ligação à internet… quase.
Mas a verdade é que as aplicações do Google estão cada vez melhores e, pelo menos, para mim substituem por completo qualquer aplicação de desktop.
Há algum tempo atrás o Google Calendar chegou a mostrar o ícone de sincronização offline. Depois retiraram (algum bug?). Deve estar quase, quase…
Para mim, as aplicações do Google ainda não substituem completamente as aplicações de Desktop, mas já estive muito mais longe. No Google Docs, uso as apresentações apenas para partilha (a edição é lenta). O editor de texto ainda é limitado.
Mas apesar de disto, a “nuvem” começa a estar cada vez mais próxima.