globalization Uma pequena reflexão sobre o tema do post anterior ajuda a perceber o que separa os EUA do resto do mundo em termos de inovação.

Como referi, os “ Claytrons ” ou “Catoms”, utilizados na “matéria programável”, começaram a ser desenvolvidos pela Universidade de Carnegie Mellon’s, com fundos da Intel e DARPA. Nada mais nada menos que o maior fabricante de semicondutores do mundo que, quer use PC ou MAC, é quase de certeza o fornecedor do processador do computador do seu PC, e a agência de investigação do Ministério da Defesa Americano que só foi o principal responsável pela criação da… Internet.

Se pensarmos em Portugal, quantos projectos de inovação é que conhecem com ajuda e fundos de entidades com músculo suficiente para que a sua presença seja garantia de sucesso?

Apesar de sermos reconhecidamente capazes de inventar e fazer, alguma vez teremos apoios à escala de uma Intel e DARPA? É que parecendo que não… ajuda. E este é um dos principais erros da Globalização: acreditarmos que agora somos todos igualmente globais.

Claro que somos Globais mas apesar de tudo, uns serão sempre mais do que outros.