Arquivo cronológico

Página 10.
Do mais recente ao primeiro texto.

Dez artigos por página, apresentados com a mesma quebra editorial usada no blog histórico.

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Textos da página 10

127 artigos em ordem cronológica inversa.

  1. 1 min de leitura

    Inspiração: Capital de Risco

    “At early board meetings, I would try to give an accurate accounting of the profit and loss. He would look through me and ask what I really thought about when I was shaving.”

    High Voltage Engineering CEO Denis Robinson, about General Georges Doriot

    Claro que os “números” contam. Claro que as empresas têm como objectivo número um serem auto-sustentadas; gerarem lucro. Mas não nos podemos esquecer do “acreditar”, da “visão”, do “sentir” (a “Big Picture”!).

    Pela curiosidade, o General Georges Doriot foi um dos primeiros “Venture Capitalists” americanos. Foi criador da primeira Capital de Risco pública nos EUA e fundador do INSEAD.

  2. 4 min de leitura

    Punk Marketing: Am I a punk?

    Imagem não recuperadapunk marketing Não, não é pelo vinyl dos Dead Kennedy’s que ainda guardo (alguém por aí se lembra do “Frankenchrist” e “In Gog we Trust, Inc”?), pelo VHS (yep, ainda tenho vinyil, k7, VHS). Apesar de ainda ter vivido um “remake” do punk, a minha adolescência foi marcada pelo final de 80 (Cure, Smiths, Echo & the bunnymen, Durutti Column, a fase inicial da 4AD, etc.).

    Refiro-me apenas ao livro “Punk Marketing” que comprei recentemente e por comprovar que quanto mais aprofundo alguns conhecimentos de marketing “convencional” mais reforço que: “Não são as coisas que são complicadas, nós é que as complicamos”. É que apesar do valor de tudo o que dizem os “espertos” – de Trout a McKenna, Kotler… whatever – não se resume tudo ao cliente?

    Hoje, para conquistar um consumidor não chega criar “processos” de Marketing. É preciso tratar o Cliente com respeito. Desafiá-lo! Tratá-lo com inteligência. Como inteligente. O Cliente adora ser “picado” ou que o divirtam. E… o cliente pode! O cliente tem poder!

    Richard Laermer e Mark Simmons, autores do livro, analisam esta nova realidade do mercado da publicidade, das marcas, da comunicação e a necessidade de nos livrarmos do “ Status quo ” e do “Radical quo ” e escreveram um conjunto de regras simples para um Marketing assente no senso comum, sem “ bullshits “. Não sou muito adepto de “transcrições” ou “traduções” mas, talvez por ter vivido uma parte da cultura Punk (na música) e por me rever no “no bullshit “, acho que vale a pena partilhar o Manifesto do Marketing Punk:

    1. Se não arriscares, morres Em tempos de mudança o maior dos riscos de todos é não correr riscos.

    2. Porque não perguntar: “Porque não?” Pressupostos são apenas isso. Tudo o que assumimos é normalmente uma meia-verdade ou generalização que em algum momento teve um objectivo, mas agora… castra as soluções criativas.

  3. 4 min de leitura

    “Suporte ao Cliente” é o novo Marketing!

    Customer Service Dialog

    Nos últimos 10 anos, o esforço necessário para comunicar com amigos, clientes ou milhares de desconhecidos é praticamente…  nenhum. Escrever uma mensagem e enviá-la por email, fazer um post num fórum, Twitter, FriendFeed, Hi5, FaceBook, etc., não custa rigorosamente nada.

    Apesar disto, no que diz respeito ao suporte ao cliente, a tendência nas grandes empresas tem sido “externalizar” (outsourcing) e “mecanizar” (já ouviram falar em “processos”, certo?:)) e tem-se tornado cada vez mais difícil ser atendido por alguém que saiba tanto como nós sobre o problema que nos faz procurar ajuda.

    Hoje, os melhores clientes de qualquer empresa sabem mais sobre os produtos e serviços que esta comercializa do que a maior parte das pessoas que trabalham na própria empresa. Os “bons clientes” sabem seguramente mais do que a maior parte dos operadores de Call Center, normalmente “mão de obra” não qualificada, com salários baixos, que atendem o cliente e seguem um script.

  4. 1 min de leitura

    Reality check… ser empreendedor.

    Ser empreendedor em Portugal é um desafio maior de que se faz parecer.

    E o problema não está somente nos “empreendedores” (eles existem!). Não só não há uma política real de Capital de Risco, de incentivos (são para todos mas só mais ou menos) e banca… Startups? Esqueçam.

    Por isso, como dizia um velho amigo Espanhol “Menos diz, diz e mais faz, faz!”.

    Porque por vezes nos esquecemos que o objectivo das empresas não é conseguir investimentos mas sim algo mais básico como… gerar receitas, uma apresentação do David Heinemeier Hanson, criador do “Ruby on Rails” e CoFundador da 37signals que explica que às vezes é difícil ser o próximo FaceBook, Twitter, YouTube mas… podemos ter sucesso a fazer apenas… mais do mesmo.

    Apesar da voz algo esganiçada… o David é um tipo brilhante que faz aqui um excelente “Reality check” e explica como criar uma StartUp de (relativo) sucesso:

    http://www.gigyamailbutton.com/wildfire/gigyamailbutton.ashx?url=aHR*cDovL3d3dy5naWd5YS5jb2*vd2lsZGZpcmUvd2Zwb3AuYXNweD9tb2R1bGU9ZW1haWwmdXJsPWh*dHAlM*ElMkYlMkZ3d3clMkVvbW5pc2lvJTJFY29tJTJGdiUyRlpXNFdUVUdkamhHJTJGZGF2aWQlMkRoZWluZW1laWVyJTJEaGFuc3NvbiUyRGF*JTJEc3RhcnR1cCUyRHNjaG9vbCUyRDA4 Imagem externa não incorporadaMedia referenciado no texto original

    Já agora… vale a pena ver a restante série do “ Startup School “.

    P.S.: Estamos definitivamente a entrar numa nova “Bolha”. Ainda não se sente em Portugal mas já é muito visível no mercado Americano… e desta vez temos números e métricas para a sustentar!

  5. 3 min de leitura

    O Mundo como Palco!

    Mistério da visita

    Depois de 2 semanas totalmente embrenhado na gestão BySide e na campanha “ Já tens “, volto ao Blog não para falar da campanha (pelo menos para já) mas, para falar de teatro!

    Ontem, aproveitando um (raro) momento de descompressão em que tentei ter algum “quality time” com a família, por indicação de amigos, também pais, fui ao Teatro do Campo Alegre ver a peça Infantil “ O mistério da visita “.

    Apesar da ideia inicial ter sido “descomprimir” (e de o ter feito), a peça foi agradavelmente surpreendente por se tratar de um género de narrativa que tenho tentato “respirar” (a minha forma de não dizer “obcecado”) nos últimos meses: ARGs – Alternate Reality Gaming, a que chamo de “Narrativas não lineares”.

    Antes de falar da peça, começo por explicar que um ARG é uma narrativa interactiva que usa o mundo real como plataforma, muitas vezes envolvendo múltiplos meios/media e elementos de jogos para contar uma história que pode ser afectada pelas ideias e acções do participantes.

    Ou seja… O Mundo como Palco!

    Sobre a peça: uma menina perde um brinco durante a última visita ao teatro. Para ajudar a resolver o mistério

  6. 1 min de leitura

    Marketing Interactivo: Já tens Meo?

    http://jatens.meo.pt Nos últimos dias não tenho conseguido dar a atenção devia ao Blog pois estivemos ( BySide ) a terminar a campanha Interactiva do Meo Satélite.

    Não é de bom tom utilizar o Blog para promover trabalhos próprios mas este… é diferente.

    É diferente porque materializa o nosso trabalho. E é diferente porque gostamos do resultado final.

    O objectivo da campanha Meo Satélite é, para além da divulgação óbvia do serviço, explicar que agora já há Meo em todo o País.

    Apoiada nos Gatos (Meo Comandantes), a campanha passa-se no exterior, a rodar no País.

    Na vertente interactiva (a nossa componente), o utilizador deixa o seu nome, a sua localidade e um telefone (fixo ou móvel). Se a terra existir, os Meo Comandantes localizam a terra no mapa e… fazem uma “chamadinha” ao utilizador.

    A interacção tem variantes: atender a chamada ou não atender, terras que não existam, terras com nomes impróprios…

    Obviamente que está presente a componente BySide de criação de perfis, análise comportamental, análise de leads, conversão, etc.. No final da interacção, permite-se um Click2Call directo para o Call Center do Meo, permitindo a subscrição directa do serviço.

    Para já, vejam a campanha em: http://jatens.meo.pt

  7. 1 min de leitura

    “Presentation Zen” @Google Talks!

    Sem rodeios: Garr Reynolds é O guru das apresentações. E o autor do livro “ Presentation Zen “.

    Quem quer que seja, independentemente da área, idade, religião, ou qualquer outra coisa, se costuma fazer apresentações em público, planeia fazer ou mesmo que não, deve “ouver” Garr Reynolds.

    Basicamente Garr Reynolds explica e advoga porque é que as apresentações devem ser simples e directas, centradas na mensagem e não… no powerpoint.

    Esta apresentação faz parte de outras @Google Talks … excelente série com uma representativa galeria de notáveis.

    E para quem achar que não é do tipo de “apresentações”, deixo o seguinte:

    “If you’re not appearing

    you’re disappearing.”

    Art Blakey

    e já agora

    “Presentation is the ‘Killer Skill’

    we take into the real world. It’s

    almost an unfair advantage.”

    The MacKinsey Mind

    BTW, o livro “Zen Presentations”… está na minha Amazon wish list ;)

  8. 5 min de leitura

    Publicidade Online: uma verdade inconveniente

    Ultimamente tenho dado por mim a explicar a clientes porque é que a publicidade online pode ser enganosa para o anunciante quando assenta em modelos “tradicionais” de CPM (custo por mil), em que o anunciante paga supostamente por “visualização” do anúncio.

    Imagem não recuperadaValor Publicidade Online, por formato, de 2007 a 2012 (USA)

    De acordo com o estudo recente “ The Eyetools/MarketingSherpa eye tracking study “, cerca de 60% dos visitantes de sites Web vêm os anúncios na zona de visibilidade imediata (tipicamente, metade superior da página). Na zona não visível (parte da página que obriga a fazer Scroll ) a situação piora… apesar dos anúncios nestas área estarem visíveis, no máximo, a 75% dos utilizadores, só cerca de 25% vê de facto os anúncios.

    Partindo do princípio que cerca de 50% dos anúncios ficam na zona não visível (hipótese conservadora!), utilizando os dados apresentados pela eMarketer para o mercado Americano, isto representa um desperdício de cerca de mil milhões de dólares! Não é a forma correcta de o dizer mas… 1 bilião (eu, sei! eu, sei!:)) de dólares desperdiçados em publicidade que é paga mas não é “visualizada” pelos utilizadores!