Arquivo cronológico

Página 12.
Do mais recente ao primeiro texto.

Dez artigos por página, apresentados com a mesma quebra editorial usada no blog histórico.

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Textos da página 12

127 artigos em ordem cronológica inversa.

  1. 1 min de leitura

    Twitter: diz-me por onde andas…

    Twitter Logo

    Volta não volta, há fenómenos que tenho alguma dificuldade em “respirar”. O Twitter é um deles.

    As “experiências sociais” fascinam-me. Mas há algo no Twitter que não me diz nada e em simultâneo diz muito.

    Por um lado, uma espécie de “blog” preguiçoso (as mensagens são curtas), mas simultaneamente prático, misturado com o fenómeno do “social networking” que neste caso nos permite seguir o dia-a-dia de quem nos é próximo fisica ou intelectualmente, ou apenas… porque sim.

    Por outro lado, de volta aos tempos dos IRCs (uma pitada de nostálgia)? Só que Web!

    Bem… criei uma conta ( http://twitter.com/vitormagalhaes ) e estou a explorar para voltar ao tema mais tarde.

    Para já, deixo uma das melhores séries de tutoriais que encontrei no YouTube:

  2. 1 min de leitura

    Liderança acidental

    http://vitormagalhaes.com/wp-content/uploads/2008/04/accidental_leadership.gif Hoje, a convite da Tecnidata, fui à Casa da Música assistir a uma conferência do Tomaz Morais sobre liderança, motivação e “team building”.

    Não sendo um guru de gestão de empresas, ao levar a selecção de Ruby ao Mundial, o Tomaz fez história. E fez mais do que liderar uma equipa. Foi responsável por pôr um País que não elege o Rugby como seu desporto favorito a vibrar com a garra, com a vontade, com a força com que ouviu cantar o Hino Nacional.

    Não é a primeira vez que o Tomaz Morais é convidado por empresas para explicar que o que levou a selecção ao mundial pode ser transposto para tudo na vida, incluindo a gestão de empresas. Já o tinha feito com outras empresas (já o tinha feito pelo menos com a ERA e PrimeDrinks).

    Gostei da iniciativa. Gostei do Tomaz. Gostei de ouvir. O “genuíno” é sempre bom de ouvir.

    Apesar de nunca ter sido fã ou conhecedor de Rugby (sou um total ignorante… talvez tenham sido as tardes de Domingo, na RTP 2, durante a minha infância… era sempre Rugby), também eu fiquei a gostar mais… parabéns! Ao Tomaz, aos Lobos e à Tecnidata.

  3. 1 min de leitura

    Geração 2.0

    É um lugar comum dizer que as novas gerações são mais “infoinformadas”; tratam a tecnologia por “tu”; ligam sozinhos o DVD ligado ao amplificador AV… a Geração 2.0

    Na verdade, se o Cliente 2.0 apresenta os desafios que apresenta, como será o Cliente que vai ter origem nesta Geração 2.0?

    Recebi esta semana, enviado pelo meu Grande Amigo Kapa, a seguinte pérola:

    Nota: André Sá, diz o meu amigo que percebe de ténis e de Brasil, é “O” tenista brasileiro.

  4. 1 min de leitura

    Ao lado: pessoas bem informadas

    Old Phone Boston Post (1865):

    “Qualquer pessoa bem informada sabe que é impossível transmitir voz sobre fios e que, mesmo que tal fosse possível, não teria qualquer valor prático.”

    Apesar desta previsão, o telefone entrou nas nossas vidas da forma que sabemos.

    Os números de telefone foram escolhidos nos EUA com o princípio oposto ao da máquina de escrever; foram escolhidos para encorajar a marcação rápida.

    Quando os “indicativos” foram introduzidos, as maiores cidades tinham números mais baixos porque demoravam menos tempo a marcar. Nova Iorque era “212” e apesar de Nova Jersey ser logicamente “213” ambos os números poderiam ser facilmente trocados pelo que se atribuiu “213” a Los Angeles e “312” a Chicago.

    Nota: nesta altura, “velocidade” era a velocidade de marcação do “disco” do telefone! No tempo da marcação por “pulsos”!

    Um anúncio brilhante sobre o tema:

    Nesta altura… eram precisas instruções. 🙂

  5. 1 min de leitura

    Google Ad Sense Ad Manager

    Google Ad Manager Há cerca de duas semanas o Google concluiu, após aprovação da UE, a aquisição da DoubleClick. Na mesma altura lançou o AdSense Ad Manager … acções independentes? De forma nenhuma! A verdade é que este lançamento subtil fez da compra da DoubleClick uma jogada… brilhante!!!

    Ao comprar a DoubleClick, toda a gente vê o Google a querer expandir a sua rede de publicidade online. Na verdade, o Google vai utilizar a plataforma de distribuição da DoubleClick como serviço complementar.

    Actualmente, pequenas redes de anunciantes utilizam plataformas open-source gratuitas como o Open Ads. O Google Ad Sense Manager vai ocupar este espaço e permitir gerir, gratuitamente, campanhas, controlar a a distribuição, estatísticas de impressões e clickthroughs.

    Ao ajudar a gerir directamente estas campanhas, o Google ganha acesso directo aos anunciantes (que não “usavam” Ad Sense!) e pode convencê-los a utilizarem o espaço não ocupado com campanhas AdSense. Genial? Não… Googlial! Uma vez mais…

  6. 1 min de leitura

    Guy Kawasaki leva o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, ao chão…

    Uma entrevista de Guy Kawasaki a Steve Ballmer, CEO da Microsoft. Vale a pena ver… quanto mais não seja pelo facto de Ballmer se colocar durante a entrevista no chão, de joelhos, enquanto procura o drive de DVD do Mac Book air. De outra forma, Ballmer também vai ao “chão” enquanto responde a algumas questões pertinentes sobre o Vista…

    Não vou comentar. Vale a pena ver…

  7. 6 min de leitura

    Inovação e Primavera

    Primaver Academy Hoje é 21 de Março e começa a Primavera…

    Esta semana assisti, a convite da Primavera, ao seminário do Rowan Gibson, “Making Innovation Happen”.

    Uma nota positiva à iniciativa da Primavera BSS e a sua “ Primavera Academy “, que inova no relacionamento com os seus clientes e parceiros, apostando na formação e na partilha de conhecimento com os “Executive Seminars” e “Mini MBAs”.

    Apesar de tudo, confesso que normalmente sou muito céptico no que diz respeito a seminários. Raramente acho que vale a pena ir a um seminário. Excepto, claro, quando temos a oportunidade de ouvir alguém, como neste caso, realmente bom!

    Interesso-me sempre mais pela forma como organizam e expõem ideias do que… pelos temas. Temos mais a aprender com os oradores do que sobre o que advogam e divulgam.

    Os seminários, quando bons (e este, apesar de longo, foi bom!) têm pelo menos a mais valia de nos fazerem parar uns momentos, ouvir e reflectir sobre temas que muitas vezes gravitam no nosso dia-a-dia.

    Discutiu-se inovação de uma forma global, focando no mercado e nas empresas. Para mim, no que diz respeito à inovação, fica a preocupação sobre como fazer com que Portugal inove suficientemente depressa e com suficiente “amplitude e profundidade” para que o seu ritmo de crescimento económico aproxime o país dos padrões mais avançados.

    Para isso, e para que o esforço de Portugal para inovar não fique “preso” a uma ou outra qualquer tecnologia, empresa, ou área de negócio, é importante promover o prazer de descobrir e o gosto de aprender, de empreender, a cultura de empreender e de assumir riscos. Sem medo do fracasso! A cultura do fracasso é igual à cultura da inovação!

    Pela iniciativa, obrigado Primavera! A ambas! 🙂

    Algumas ideias, notas/considerações que tirei do seminário:

  8. 5 min de leitura

    “Conversational Marketing” ou… o Marketing como sempre deveria ter sido

    Conversational Marketing De todas as mudanças de paradigma que a Internet nos trouxe, a maior mudança acaba por ser aquilo que considero uma correcção e evolução natural dos paradigmas anteriores: a capacidade de interacção.

    O Marketing e a Comunicação (incluo aqui a publicidade e as vendas) deixou de estar assente em “monólogos” que impunham a comunicação num sentido, da marca para o consumidor, para passar a algo mais natural, algo mais alinhado com a própria natureza da comunicação: o diálogo.

    O Marketing deixou de ser apenas sobre “contar uma história e vender” e passou a ser sobre “ ouvir, contar, ouvir e vender “.

    O “Conversational Marketing” (insisto no estrangeirismo porque “conversacional” não me soa bem) está totalmente ligado a “participação” (“Marketing de Participação” seria uma boa tradução).

    No admirável mundo novo deste Marketing 2.0 (sim, também há aqui um 2.0, onde se inclui o “Conversational” e o “Social Networking”), há algumas boas práticas a ter em conta e que podem fazer a diferença entre sucesso e mediocridade:

  9. 1 min de leitura

    Ao lado: teclado QWERTY

    Teclado QWERTY

    Num mundo Googliano em que tudo é acelerado; em que há banda larga; new media; iptv; 3,5G… também há idiossincrasias (juro!). E algumas que fazem parte do nosso dia-a-dia como… o teclado do nosso PC!

    O teclado QWERTY, que deve o seu nome às primeiras 6 letras da primeira fila de teclas,  foi desenhado com uma distribuição de teclas que obriga as pessoas a escreverem mais devagar.

    Ao distribuir estas 6 teclas (de utilização frequente na língua Inglesa) do lado esquerdo do teclado, os destros confundem-se e escrevem mais devagar.

    Esta estratégia maquiavélica teve como objectivo, nos velhos tempos da máquina de escrever, evitar que as teclas mais frequentes encravassem quando premidas em sucessões rápidas!

    Adicionalmente, os vendedores de máquinas de escrever podiam escrever rapidamente a palavra TYPEWRITER uma vez que as letras que a compõem se encontram na fila de topo.

    Mais de 100 anos mais tarde, na segunda guerra mundial, a famosa ENIGMA (máquina de encriptação Alemã) teria como primeiras 6 letras QWERTZ. Como já não chegasse o “codificar” em “Alemão”… alguém resolveu dar o toque final: “E se trocássemos… uma tecla?!”

    Mudam-se os tempos, mas não se mudam (todas) as velocidades! 🙂