Arquivo cronológico

Página 6.
Do mais recente ao primeiro texto.

Dez artigos por página, apresentados com a mesma quebra editorial usada no blog histórico.

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Textos da página 6

127 artigos em ordem cronológica inversa.

  1. 1 min de leitura

    GMail… out of the cloud!

    gmail

    Esta semana o Google tornou o GMail acessível em modo Offline, permitindo que possa funcionar independentemente de existir ou não uma ligação à Internet. 

    Para mim, que centralizo no GMail o meu mail, Twitter, Friendfeed, Google Docs, Calendar e que o uso como “homepage” do browser, isto são muito boas  notícias.

    Claro que o Outlook, Thunderbird, iMail ou qualquer outro cliente de email o permite fazer mas há duas grandes diferenças:

    • O GMail é na minha opinião (e de muitos outros), um cliente de email quase perfeito! Com o funcionamento offline, deixo de precisar de outros clientes;

    • Com GMail não tenho que instalar software. Basta-me um browser e acedo de forma centralizada ao meu email de qualquer parte: do meu PC, de qualquer PC, iPhone, netbook, etc..

    Depois de já ter disponibilizado modos Offline no Google Reader, Google Docs e  GMail, fica a faltar o Google Calendar para completar um pacote sério de aplicações que atacam o modelo actual de Desktop. Na verdade, não atacam… apenas antecipam o futuro.

    Para perceberem melhor, nada como a explicação dos próprios:

    P.S.: E eu… também gostava do Chrome para Mac! :)

  2. 2 min de leitura

    Viral: o melhor emprego do mundo!

    Best Job in the World

           

    Acho que já meia Internet viu, mas pela simplicidade e brilhantismo nunca é demais divulgar a campanha de marketing viral que o Turismo de Queensland lançou este mês!  A campanha ” The Best Job in the World ” oferece $150.000 para um “trabalho” de 6 meses com o objectivo de tratar do recife de coral da Ilha Hamilton.

    A que é que obriga o trabalho? Vejam lá a chatice:

    • Fazer mergulho;

    • Nadar;

    • Explorar as ilhas vizinhas;

    • Explorar a vida selvagem;

    • Manter um blog para partilhar com o mundo experiências e vídeos.

    E tudo isto foi publicado como um anúncio de recrutamento genuíno.

    Interessado? Qual o processo de candidatura? Basta enviar um vídeo a explicar porque é que é a pessoa certa para o dito “trabalho”.

    Resultado: em 10 dias, foram submetidos mais de 2000 vídeos/candidaturas. E foi tão grande o sucesso que o site não aguentou o terceiro dia de candidaturas!

  3. 3 min de leitura

    Porque é que eu uso o Twitter?

    Imagem não recuperadatwitter_bird E por falar em Twitter…

    Quando entrei no Twitter, coloquei aqui no Blog um post céptico sobre a minha curiosidade de o explorar.

    Na altura disse que o Twitter “não me dizia nada mas em simultâneo me dizia muito” e comparava-o a uma nova versão de IRC, na Web.

    Apesar de não me “viciar” totalmente no Twitter (sou um utilizador comedido), demorei muito pouco tempo a “perceber”, “respirar” e ficar “fascinado” com o Twitter.

    O “fascínio” é 100% fruto da simplicidade do Twitter, o projecto que mais marcou a Internet no último ano, mostrando que “It’s not the technology, stupid!”. Uma interface simples, 140 caracteres que não obrigam a pensar demasiado e uma inversão no processo normal de subscrição que fez o “click”: não seleccionamos quem nos pode seguir (apesar de podermos bloquear, o que é algo radical), apenas seleccionamos quem queremos seguir. Muito democrático.

    E para quem se interroga sobre um “So what?” ou, “já experimentei mas não percebo a piada”, vejam o Twitter como mais do que uma aplicação ou serviço. Um serviço que vale pelas pessoas que lá estão.

    Porque é que eu uso o Twitter?

    Pelas pessoas. Muitos “early adopters”, é certo. Mas numa altura em que tudo acontece no

  4. 1 min de leitura

    Investimento no Twitter: estou a valer 42 dólares

    twitter Depois de recusar ser comprado pelo Facebook por 500 milhões de dólares (apesar de parte deste pagamento ser em acções), o Twitter volta ao mundo do Capital de Risco e prepara-se para levantar mais 20 milhões aos anteriores 20 milhões já levantados, estando avaliado em 250 milhões de dólares.

    O Scobleizer fez um paralelismo interessante: se fizerem parte dos 6 milhões de utilizadores do Twitter (número que cresce diariamente), partindo do princípio que o único activo do Twitter são os utilizadores, cada utilizador vale 42 dólares (ok, isto não é custo de aquisição).

    Quando olho para os clientes BySide, o custo de aquisição dos seus clientes varia entre os 30€ e 150€ (comunicação e comissões de venda). Para o Twitter… nada mal!

    Com uma comunidade gigante e participativa só falta ao Twitter um pequeno GRANDE detalhe: um modelo de negócio.

    Enquanto utilizador que acha que o Twitter oferece algo muito próximo de um serviço público, preocupo-me que um novo “round” de investimento torne lenta e preguiçosa a necessidade do Twitter criar um modelo de negócio sustentado…

  5. 1 min de leitura

    O Mac faz 25 anos

    Sou um utilizador tardio. Faço parte da recente onda de convertidos ao Mac (cheguei a usar um M0001 na faculdade para jogar “Risco” e editar alguns textos).

    Só com o iPod me fui convertendo lentamente. Agora, sou dependente do meu Mac e iPhone. 

    Hoje, o Mac faz 25 anos e nada melhor do que um vídeo de Steve Jobs, em frente a uma plateia cheia, naquela que foi a sua primeira grande apresentação do Mac:

  6. 7 min de leitura

    Ainda 2008: um ano silenciosamente importante

    2008 já lá vai. Já muito se escreveu sobre ele e… já é passado (o que torna este post ligeiramente… atrasado!).   year 2008.

    Apesar disto,  ao ler uma nota do Edson Athayde no Facebook (“ Esperança e canja de galinha “) sobre a neutralidade de 2008 resolvi fazer uma breve retrospectiva deste ano (atrasada, eu sei). A nota do Edson dizia:

    “Rápido, parado, mexido, na mesma. Acho que 2008 vai ser lembrado como o ano em que nada foi resolvido, pouco foi melhorado, em que o planeta esteve onde sempre esteve, mas, como diria Galileu, no entanto moveu-se.

    Será que vamos ter saudades de 2008?”

    Sem pôr em causa o ponto de vista do Edson, acho que apesar de tudo 2008 foi aquilo a que chamo de um ano silenciosamente importante (pelo menos em parte do meu mundo, no online).

    Depois de termos entrado em 2007 com o “YOU” como figura do ano anterior na capa da Time s, sinto 2008 como “O” ano da Internet; o ano de consolidação em que senti a Internet madura e na fase em que se pode dizer: “Agora sim, está tudo a começar!”; um ano de “Tipping Point”. E isto, para mim que acompanho a Internet em Portugal desde o início (desde os tempos do PUUG – Portuguese Unix Users Group, primeiro ISP português), é relevante.   

    O que achei relevante em 2008: 

    • Massificação: Deixou de ser necessário explicar o que é a Internet. Apesar de muitos dos que a usam frequentemente não saberem exactamente o que é, usam-na! Sempre disse que quando as pessoas utilizassem a Internet como usam a electricidade, chegaríamos ao momento de maturidade. Estamos quase… Prova disto: o meu filho de 8 anos passou a usar o Google Chrome e a minha mulher começou a usar o Last.FM, descobriu o Google Reader/News e passou a usar Gmail 🙂;
  7. 14 min de leitura

    Porque faliu a Netcall?

    Imagem não recuperadanetcall

    Na semana passada foi tornada pública a falência da Netcall, primeiro operador de Voz sobre IP (VoIP), ou voz sobre Internet.

    Por ter sido co-fundador do negócio Netcall, por, apesar de ter apresentado alternativas (rejeitadas), ter antecipado e repetidamente alertado, sem ser levado a sério, para este momento, por me ter sentido obrigado a sair do projecto em início de 2006, por ter provado com os projectos actuais que a visão que defendia estava longe de ser lunática e era sustentada, apesar de fazer parte de um conflito accionista que ainda dura e correndo o risco natural de ser mal interpretado, sinto legitimidade e vontade de escrever algumas linhas sobre um projecto que chegou a ser o meu.

    O comunicado Netcall referia que a falência se deveu “ao momento que vive a economia internacional, e, em particular, a nacional”. Externamente, sei que é fácil justificar “a queda” com factores económicos; internamente com conflitos internos e dizer que devido a estes conflitos se perdeu a “janela de oportunidade”. Como em tudo na vida, podemo-mos esconder atrás de desculpas e justificações ou podemos aprender com os erros e seguir em frente.

    A Netcall teve efectivamente um “momento” e esse “momento” foi, à altura, o seu principal activo. Em 2005, criou-se e projectou-se uma marca e Netcall apareceu no mercado com uma imagem de inovação e disrupção. Uma espécie de “enfant terrible” com a vontade de mudar o mundo das telecomunicações. Chegou mesmo a ser encarada pelo incumbente como a nova vaga de concorrência (vi com orgulho a Netcall em Powerpoints da Portugal Telecom). Tinha a empatia dos media e do mercado que via com bom grado a redução de custos, a inovação e a alternativa a um (ou vários) incumbente(s).

    O que é que falhou?

    Falhou o mesmo que falhou em todos os negócios VoIP que se afundaram e que se estão a afundar pelo mundo. A verdade é que o VoIP não foi, ao contrário do que prometia, muito diferente do negócio tradicional de telecomunicações, obedecendo à mesma lógica de mercado do mundo das telecomunicações e respectivos reguladores: custos elevados de operação e margens baixíssimas. Como alguém dizia no GigaOM em 2006, infelizmente “It’s a sucker’s game!”

    Negócio de massificação

  8. 1 min de leitura

    Cartazes free love!

    Por vezes, nós os que vivemos no/do online, esquecemo-nos que “interactividade” e “criatividade” são independentes do online/offline.

    Se pensarmos que suportes tradicionais não oferecem “interactividade” e “criatividade”… enganamo-nos! Para não falar das tentativas de utilização de Bluetooth (sim, sou céptico), já tinha visto outdoors que assobiam e outdoors que falam mas a Australiana Northland Professional fez algo de simples, criativo e diferente.

    Utilizando cartazes, a Northland ofereceu alguns modelos dos seus chapéus, luvas e cascóis em cerca de 50 cartazes espalhados pela cidade de Graz. Cada cartaz tinha afixados cerca de 20 artigos, totalizando cerca de 1000 artigos que foram repostos diariamente.

    Um video no site da empresa mostrava o esforço de alguns “consumidores” para obterem a sua “oferta”.

    Uma campanha simples, com orçamento médio (cerca de 35.000 EUR) e que criou Buzz e um Viral com origem no offline.

    Quando juntamos a uma estratégia de oferta de produtos, a possibilidade de o testar (tryvertising) e uma história da marca, temos uma combinação a que poucos consumidores conseguem resistir!

    P.S.: deixo dois links de referência sobre “ tryvertising ” e “ status stories “.

  9. 1 min de leitura

    1,2,3… let’s go social!

    O Google, provavelmente em resposta ao lançamento do Facebook Connect, abriu ao público o seu sistema Universal de Social Networking: Google Friend Connect.

    Ainda há 3 posts atrás escrevi aqui sobre a estratégia de Social Networking do Google e sobre o Google Friend Connect. Há dois dias recebi finalmente o convite para a Beta, agora pública, do Google Friend Connect. Porque não resisto a testar e, pegando nas palavras de alguém que já está ligado a este Blog, também eu quero ver e conhecer as caras de quem perde o seu tempo por aqui, adicionei a Widget à coluna lateral.

    http://vitormagalhaes.com/canvas.html#url=http%3A%2F%2Fwww.google.com%2Ffriendconnect%2Fgadgets%2Fmembers.xml&canvas=1&site=14826088229648512807&caller=http%3A%2F%2Fvitormagalhaes.com%2F&view-params=%7B%22skin%22%3A%7B%22HEIGHT%22%3A%22250%22%2C%22BORDER_COLOR%22%3A%22%23cccccc%22%2C%22ENDCAP_BG_COLOR%22%3A%22%23e0ecff%22%2C%22ENDCAP_TEXT_COLOR%22%3A%22%23333333%22%2C%22ENDCAP_LINK_COLOR%22%3A%22%230000cc%22%2C%22ALTERNATE_BG_COLOR%22%3A%22%23ffffff%22%2C%22CONTENT_BG_COLOR%22%3A%22%23ffffff%22%2C%22CONTENT_LINK_COLOR%22%3A%22%230000cc%22%2C%22CONTENT_TEXT_COLOR%22%3A%22%23333333%22%2C%22CONTENT_SECONDARY_LINK_COLOR%22%3A%22%237777cc%22%2C%22CONTENT_SECONDARY_TEXT_COLOR%22%3A%22%23666666%22%2C%22CONTENT_HEADLINE_COLOR%22%3A%22%23333333%22%7D%7D

    Por isto, repetindo-me, liguemo-nos e let’s get social!