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Página 7.

Dez textos por página, do mais recente ao mais antigo.

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Textos da página 7

Pensamentos, histórias e algumas divagações.

  1. 1 min de leitura

    Cartazes free love!

    Por vezes, nós os que vivemos no/do online, esquecemo-nos que “interactividade” e “criatividade” são independentes do online/offline.

    Se pensarmos que suportes tradicionais não oferecem “interactividade” e “criatividade”… enganamo-nos! Para não falar das tentativas de utilização de Bluetooth (sim, sou céptico), já tinha visto outdoors que assobiam e outdoors que falam mas a Australiana Northland Professional fez algo de simples, criativo e diferente.

    Utilizando cartazes, a Northland ofereceu alguns modelos dos seus chapéus, luvas e cascóis em cerca de 50 cartazes espalhados pela cidade de Graz. Cada cartaz tinha afixados cerca de 20 artigos, totalizando cerca de 1000 artigos que foram repostos diariamente.

    Um video no site da empresa mostrava o esforço de alguns “consumidores” para obterem a sua “oferta”.

    Uma campanha simples, com orçamento médio (cerca de 35.000 EUR) e que criou Buzz e um Viral com origem no offline.

    Quando juntamos a uma estratégia de oferta de produtos, a possibilidade de o testar (tryvertising) e uma história da marca, temos uma combinação a que poucos consumidores conseguem resistir!

    P.S.: deixo dois links de referência sobre “ tryvertising ” e “ status stories “.

  2. 1 min de leitura

    1,2,3… let’s go social!

    O Google, provavelmente em resposta ao lançamento do Facebook Connect, abriu ao público o seu sistema Universal de Social Networking: Google Friend Connect.

    Ainda há 3 posts atrás escrevi aqui sobre a estratégia de Social Networking do Google e sobre o Google Friend Connect. Há dois dias recebi finalmente o convite para a Beta, agora pública, do Google Friend Connect. Porque não resisto a testar e, pegando nas palavras de alguém que já está ligado a este Blog, também eu quero ver e conhecer as caras de quem perde o seu tempo por aqui, adicionei a Widget à coluna lateral.

    http://vitormagalhaes.com/canvas.html#url=http%3A%2F%2Fwww.google.com%2Ffriendconnect%2Fgadgets%2Fmembers.xml&canvas=1&site=14826088229648512807&caller=http%3A%2F%2Fvitormagalhaes.com%2F&view-params=%7B%22skin%22%3A%7B%22HEIGHT%22%3A%22250%22%2C%22BORDER_COLOR%22%3A%22%23cccccc%22%2C%22ENDCAP_BG_COLOR%22%3A%22%23e0ecff%22%2C%22ENDCAP_TEXT_COLOR%22%3A%22%23333333%22%2C%22ENDCAP_LINK_COLOR%22%3A%22%230000cc%22%2C%22ALTERNATE_BG_COLOR%22%3A%22%23ffffff%22%2C%22CONTENT_BG_COLOR%22%3A%22%23ffffff%22%2C%22CONTENT_LINK_COLOR%22%3A%22%230000cc%22%2C%22CONTENT_TEXT_COLOR%22%3A%22%23333333%22%2C%22CONTENT_SECONDARY_LINK_COLOR%22%3A%22%237777cc%22%2C%22CONTENT_SECONDARY_TEXT_COLOR%22%3A%22%23666666%22%2C%22CONTENT_HEADLINE_COLOR%22%3A%22%23333333%22%7D%7D

    Por isto, repetindo-me, liguemo-nos e let’s get social!

  3. 4 min de leitura

    Utilização da Internet por adolescentes… recomenda-se!

    social-networking-8-300x220.jpg A forma como os adolescentes de hoje utiliza a Internet está a transformar os processos de aprendizagem de um modo que a maior parte dos adultos, muitos ligados ao ensino e ao sistema educativo, não percebem.

    A utilização dos media digitais e o desenvolvimento de conhecimentos técnicos e sociais representam, como em todas as transformações e revoluções, uma enorme oportunidade que deve ser aproveitada pelo sistema educativo.         

              

    É esta a conclusão a que chegaram 28 investigadores da Universidade da Califórnia, Berkeley e a Fundação MacArthur, ao longo de 3 anos, depois de terem entrevistado mais de 800 adolescentes e respectivos pais, um-a-um e em focus groups, e depois de terem observado mais de 5000 horas destes adolescentes em sites como MySpace, Facebook, YouTube, e outras comunidades online, documentando “como” e “com” que objectivo é que estes usam media digital.

    Entitulado “ Living and Learning With New Media “, o estudo articula o valor do Social Networking, mensagens de texto e outras formas de “new media”, melhor do que qualquer outro relatório que tenha visto com este objectivo. 

    O relatório tem um  sumário de duas páginas, um  paper de 30 páginas   e um  livro online com 12 capítulos   intitulado “ Hanging Out, Messing Around, Geeking Out: Living and Learning with New Media” ( MIT Press will be offering a print version of the book soon).

    “Pode ser uma surpresa para os pais saberem que o tempo que os filhos passam online não é tempo perdido,” diz Mizuko Ito da Universidade da California, investigador e um dos responsáveis pelo relatório. “Há mitos sobre o tempo que os adolescentes passam online - que é perigoso ou que os torna perigosos. Mas nós descobrimos que o tempo que passam online é essencial para que desenvolvam os conhecimentos técnicos e sociais que necessitam para se tornarem cidadãos competentes na era digital.”

    O relatório mostra que:

    • Há um novo e significativo “generation gap” no modo como adolescentes e adultos percepcionam a importância da actividade online: os adultos têm habitualmente uma visão negra sobre o que os adolescentes fazem (não foi sempre assim?) no online, e vêem muitas vezes a actividade online como perigosa e como uma distracção nada produtiva. Em contraste, os adolescentes percebem o valor social da actividade online e sentem-se altamente motivados para participarem;                  

    • Ao participarem no online, os adolescentes navegam em mundos complexos, técnica e socialmente, onde desenvolvem os conhecimentos técnicos e sociais que necessitam para um participação plena na sociedade contemporânea; 

    • Os mundos sociais onde os adolescentes participam têm novos tipos de dinâmicas: o socializar online é permanente, público, envolve a gestão de redes elaboradas de amigos e conhecidos e está sempre “on”;

    • Os adolescentes, mais do que os adultos, são altamente motivados pela aprendizagem com os membros das suas redes: a Internet fornece novos tipos de espaços públicos para os adolescentes interagirem e receberem  feedback  entre si, partilhando conhecimento e experiências;  

    • Por outro lado, a maior parte dos adolescentes não tira partido de todas as oportunidades de aprendizagem da Internet pois apenas exploram aspectos sociais e negligenciam  outras oportunidades de aprendizagem, normalmente as menos populares no seu círculo de amigos e conhecidos online.

     

    Nota pessoal (como todo o Blog, ok!:)):

    O Social Networking e Digital Media trazem funcionalidades e novos ritmos mas, como quase tudo que é supostamente novo ou novidade, algum afastamento e senso comum faz-nos ver e perceber que mudam as perspectivas mas na essência, a forma como socializamos e aprendemos é uma característica humana e não tecnológica.

    Se olharmos para trás, o “generation gap” tem estado sempre sempre presente. Seja com movimentos e momentos como o existencialismo Camusiano (Camus marcou-me mais do que Sartre),  Verão de 68, “flower power”, Punk, Gótico, cinema, tecnologia, o principal desafio acaba por estar no factor “tempo” e “amplificação”. Hoje, criam-se “generation gaps” diferentes dentro da mesma geração e dado o excesso de informação, enquanto pais e educadores, temos um desafio maior que no passado: não nos deixarmos ultrapassar pelos vários “gaps”.

    A grande parte das ferramentas sociais disponíveis no mundo online “amplificam” ou “aceleram” características de qualquer ferramenta social, nomeadamente o foco no que é “mais popular” no nosso círculo social.

    Enquanto pais e educadores continuamos a ter os mesmos desafios de sempre: ajudar a encontrar os melhores espaços para o desenvolvimento de competências específicas, onde possam alargar as suas redes de conhecimento(s) com interesses comuns. 

    Ou seja: o nosso papel de sempre enquanto pais!

  4. 1 min de leitura

    Google Profiles

    O Google publicou recentemente um ficheiro Sitemap que continha URLs de perfis públicos de contas Google.

    Agora, disponibilizaram a pesquisa de perfis. Se quiserem testar, podem fazê-lo colocando nomes ou keywords na caixa de pesquisa em baixo:

    Se hoje começa a ser crítico para qualquer empresa aparecer bem posicionada no Google, dando origem a técnicas e negócios de SEO e SMO, num momento em que se promove cada vez mais o individual e a marca “EU”, não é preciso explicar que o “EU” vai querer ter um perfil no Google.

  5. 3 min de leitura

    Google: Let’s Get Social!

    google_friend_connect-150x150.jpg Ao avaliar os recentes Google Profiles percebe-se que não é por acaso que o Google, depois de ter uma das primeiras comunidades de sucesso (o Orkut) nunca investiu na sua promoção e desenvolvimento. Pelo menos nada comparável ao que fez com o GMail, Google Calendar, Google Reader, Google Maps, Google Docs, entre muitos mais projectos, aplicações e serviços (o Orkut foi sempre algo externo ao Google; um projecto bastardo).

     

    E não é que o Google não acredite no Social Networking. Muito pelo contrário! A verdade é que em vez de competir directamente com um Facebook, MySpace, Hi5 e todos os outros, prefere posicionar-se como “enabler” mantendo o foco onde lhe interessa: informação.

     

    À medida que mais e mais plataformas vão aparecendo no mercado, a selecção destas plataformas começa a ser cada vez mais complexa. Os custos de criação são cada vez maiores e as decisões de selecção irão centrar-se em uma/duas plataformas de acordo com a análise custo/benefício.

     

    Em vez de lançar mais uma plataforma de Social Networking, o Google aposta em ser facilitador, ou “enabler”, fornecendo aos programadores formas simples de criarem aplicações que funcionem e partilhem informação em todas as redes sociais. 

    Na verdade, a estratégia do Google no Social Networking vai um pouco mais longe:

    1. Open Social :  No ano passado o Google lançou um conjunto de APIs (interfaces de programação), denominadas Open Social, que permitem aos programadores acederem às funcionalidades principais, e dados, de redes sociais. Estas API’s dividem-se em 3 conjuntos:

        - Informação de perfis (dados de utilizador);

        - Informação de amigos (gráfico social);

        - Actividades (o que aconteceu, notícias, etc.).

    Ao Open Social juntaram-se: MySpace, hi5, linkedin, plaxo, orkut (claro), friendster, ning, Bebo, xing, Six Apart, SalesForce, Viadeo, Oracle, engage.com, iLike, RockYou, Slide, imeem, Hyves, Tianji, entre outras redes que se vão juntando…

    A rede que se mantém de fora, fechada: Facebook. Até quando?

    2. OpenID: O Google assumiu a utilização do OpenID, não na perspectiva aberta do utilizador/password único mas enquanto provider de OpenID com o endereço de GMail. O objectivo do Google é permitir que o endereço de email do GMail seja o “Login” único. Este é na verdade um dos primeiros passos não “abertos” do Google… mas compreende-se o quanto o GMail sai reforçado se vingar…

    3. OAuth: depois de  Blaine Cook  e  Chris Messina  terem iniciado o desenvolvimento do OAuth como protocolo aberto para permitir autorização segura de APIs, permitindo que aplicações Web, aplicações móveis ou de Desktop possam publicar e interagir de forma segura com dados protegidos, o Google junta-se em 2007 à equipa responsável pelo Draft inicial. 

    Tirando partido do “ Open Social “, “ OpenID ” e “ OAuth “, o Google antecipa-se e lança o Google Friend Connect, um passo ambicioso que torna esta estratégia claríssima: Let’s Get Social!

     

    Qualquer site, independente da dimensão, pode passar a ter funcionalidades de rede social. Basta adicionar Widgets do Google Friend Connect para tirar partido de ligações entre utilizadores. E numa altura em que o “ Marketing Conversacional ” ganha momento… faz imenso sentido fornecer ferramentas que aumentam a conversação… no próprio site!

    O Google Friend Connect vai na verdade um pouco mais longe pois não só junta as 3 normas abertas que descrevi como junta API’s proprietárias do Facebook, MySpace e do próprio Google. Ou seja, não só se antecipa como tira partido das posturas “fechadas” e “proteccionistas” do Facebook.

    Por tudo isto… Let’s Get Social!

  6. 1 min de leitura

    Just for fun: Google

    logo_google.gif

    Pergunta: O que é que fazem os engenheiro no Google para passarem o tempo?

    Resposta: Ordenam um Terabyte de informação em 68 segundos!

    Pergunta: E a seguir?

    Resposta: Ordenam um petabyte de informação em aproximadamente 6 horas!

    Quase que parece anedota mas… não é: :)

    Sorting 1pb with mapreduce

  7. 2 min de leitura

    Social Media para suporte ao cliente

    A Cone Business realizou recentemente uma sondagem online a 1092 Americanos (525 homens e 567 mulheres com mais de 18 anos, com uma margem de erro de +/- 3%) que utilizam sites de “Social Media”. Algumas estatísticas resultantes desta sondagem: 

     

    • 60% interagem com empresas que usam “Social Media”;

    • 93% dizem que as empresas devem ter presenças em sites de “Social Media”;

    • 85% dizem que as empresas não só devem estar presentes como devem interagir com os seus clientes nestes meios;

    • 56% dizem sentir uma ligação mais forte e ficar mais satisfeitos com empresas quando podem interagir com estas nestes ambientes;

    • 43% dizem que as empresas deveriam utilizar “Social Media” para resolver os problemas dos clientes;

    • 41% dizem que as empresas devem utilizar “Social Media” para obter feedback sobre produtos e serviços.

    O “Social Media” afirma-se como nova forma de suporte ao cliente. Quando um serviço de suporte ao cliente orientado a “Social Media” é combinado com o trabalho do marketeer, transforma-se numa força para a resolução de problemas de forma mais credível e com menos custos. Se associarmos as oportunidade de Research inerentes, o “Social Media” passa à categoria de estratégia óbvia.  

    Num artigo anterior afirmei que o Suporte ao Cliente é o Novo Marketing. Apesar de ser senso comum, o título deste post com um pouco de lógica diz-nos que o “Social Media” faz parte do Novo Marketing.

    Curiosidade: Nathan Midgley, editor do Travel Weekly, apresenta um exemplo, seguido em tempo real, de suporte ao cliente orientado por “Social Media” de uma empresa Inglesa no sector do turismo.

  8. 1 min de leitura

    Ao lado: palavras são arte

    http://www.wordle.net/gallery/wrdl/281763/vitormagalhaes.com wordle vitormagalhaes.com

    Pode parecer estranha mas tenho a tendência de criticar… tendências. Na Internet, gosto de tags  porque dão jeito. Nada mais. O conceito da TagCloud, é-me normalmente indiferente mas o Wordle  é diferente. Mais do que criar TagClouds, dá-lhes uma dimensão estética e uma identidade visual. Cria imagens esteticamente atractivas de… informação! Ou se quiserem: palavras.

    Em cima, podem ver um exemplo gerado ontem a partir deste blog. Dá-me vontade de imprimir num formato decente e transformar em quadro.

    Ideia: criar “wordles” de sites nacionais e fazer uma exposição. Alguém alinha?

    Alguém disse “Words are Weapons”… porque não “Words are Art”.