Eu Twitto, logo existo!
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Ok, estou quase viciado no Twitter. Já “respiro”. 🙂
Este Cartoon explica que o Twitter já faz parte da vida na Web e não pode ser ignorado…
Dez textos por página, do mais recente ao mais antigo.
Pensamentos, histórias e algumas divagações.
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Ok, estou quase viciado no Twitter. Já “respiro”. 🙂
Este Cartoon explica que o Twitter já faz parte da vida na Web e não pode ser ignorado…
Imagem não recuperadaMedia do arquivo original Quem me conhece de perto, reconhece facilmente a importância que a palavra “bem-vindo” tem no meu universo. Normalmente por ser uma espécie de paladino (hábito partilhado com um velho amigo ) da diferença entre o nome próprio “Benvindo” (no feminino, “Benvinda”) e o adjectivo “bem-vindo” que teimosamente tento corrigir. Mas o adjectivo “bem-vindo” representa, neste meu universo, muito mais. Representa a importância de um acto simples muitas vezes esquecido: o bem receber.
Como em quase tudo o que fazemos na vida, facilmente complicamos o que é simples. Nas nossas estratégias de marketing ao complicar, perdemos oportunidades básicas.
Os emails de boas-vindas representam uma destas oportunidade simples de envolver potenciais clientes, habitualmente esquecida ou menosprezada. Representam uma oportunidade única de “bem receber”.
Por mais importante que a criação de uma campanha de email marketing ou simples Newsletter seja, quando menosprezamos o simples acto das “boas-vindas”, podemos facilmente perder uma excelente oportunidade de aumentar o nível de interacção com clientes ou potenciais clientes.
As mensagens de boas-vindas devem ser o primeiro passo utilizado para amplificar o envolvimento inicial criado quando o utilizador de algum modo acede aos nossos serviços. Normalmente limitamo-nos a enviar apenas uma mensagem simples de boas-vindas ou uma confirmação. Há tanto mais a fazer numa mensagem de boas-vindas que a oportunidade não pode ser desperdiçada!
Alguns conselhos básicos sobre como criar uma mensagem de boas-vindas eficiente:
Volta não volta, há fenómenos que tenho alguma dificuldade em “respirar”. O Twitter é um deles.
As “experiências sociais” fascinam-me. Mas há algo no Twitter que não me diz nada e em simultâneo diz muito.
Por um lado, uma espécie de “blog” preguiçoso (as mensagens são curtas), mas simultaneamente prático, misturado com o fenómeno do “social networking” que neste caso nos permite seguir o dia-a-dia de quem nos é próximo fisica ou intelectualmente, ou apenas… porque sim.
Por outro lado, de volta aos tempos dos IRCs (uma pitada de nostálgia)? Só que Web!
Bem… criei uma conta ( http://twitter.com/vitormagalhaes ) e estou a explorar para voltar ao tema mais tarde.
Para já, deixo uma das melhores séries de tutoriais que encontrei no YouTube:
“I think there is a world market for maybe five computers”
– Thomas Watson, chairman of IBM, 1943
http://vitormagalhaes.com/wp-content/uploads/2008/04/accidental_leadership.gif Hoje, a convite da Tecnidata, fui à Casa da Música assistir a uma conferência do Tomaz Morais sobre liderança, motivação e “team building”.
Não sendo um guru de gestão de empresas, ao levar a selecção de Ruby ao Mundial, o Tomaz fez história. E fez mais do que liderar uma equipa. Foi responsável por pôr um País que não elege o Rugby como seu desporto favorito a vibrar com a garra, com a vontade, com a força com que ouviu cantar o Hino Nacional.
Não é a primeira vez que o Tomaz Morais é convidado por empresas para explicar que o que levou a selecção ao mundial pode ser transposto para tudo na vida, incluindo a gestão de empresas. Já o tinha feito com outras empresas (já o tinha feito pelo menos com a ERA e PrimeDrinks).
Gostei da iniciativa. Gostei do Tomaz. Gostei de ouvir. O “genuíno” é sempre bom de ouvir.
Apesar de nunca ter sido fã ou conhecedor de Rugby (sou um total ignorante… talvez tenham sido as tardes de Domingo, na RTP 2, durante a minha infância… era sempre Rugby), também eu fiquei a gostar mais… parabéns! Ao Tomaz, aos Lobos e à Tecnidata.
É um lugar comum dizer que as novas gerações são mais “infoinformadas”; tratam a tecnologia por “tu”; ligam sozinhos o DVD ligado ao amplificador AV… a Geração 2.0
Na verdade, se o Cliente 2.0 apresenta os desafios que apresenta, como será o Cliente que vai ter origem nesta Geração 2.0?
Recebi esta semana, enviado pelo meu Grande Amigo Kapa, a seguinte pérola:
Nota: André Sá, diz o meu amigo que percebe de ténis e de Brasil, é “O” tenista brasileiro.
Boston Post (1865):
“Qualquer pessoa bem informada sabe que é impossível transmitir voz sobre fios e que, mesmo que tal fosse possível, não teria qualquer valor prático.”
Apesar desta previsão, o telefone entrou nas nossas vidas da forma que sabemos.
Os números de telefone foram escolhidos nos EUA com o princípio oposto ao da máquina de escrever; foram escolhidos para encorajar a marcação rápida.
Quando os “indicativos” foram introduzidos, as maiores cidades tinham números mais baixos porque demoravam menos tempo a marcar. Nova Iorque era “212” e apesar de Nova Jersey ser logicamente “213” ambos os números poderiam ser facilmente trocados pelo que se atribuiu “213” a Los Angeles e “312” a Chicago.
Nota: nesta altura, “velocidade” era a velocidade de marcação do “disco” do telefone! No tempo da marcação por “pulsos”!
Um anúncio brilhante sobre o tema:
Nesta altura… eram precisas instruções. 🙂
Há cerca de duas semanas o Google concluiu, após aprovação da UE, a aquisição da DoubleClick. Na mesma altura lançou o AdSense Ad Manager … acções independentes? De forma nenhuma! A verdade é que este lançamento subtil fez da compra da DoubleClick uma jogada… brilhante!!!
Ao comprar a DoubleClick, toda a gente vê o Google a querer expandir a sua rede de publicidade online. Na verdade, o Google vai utilizar a plataforma de distribuição da DoubleClick como serviço complementar.
Actualmente, pequenas redes de anunciantes utilizam plataformas open-source gratuitas como o Open Ads. O Google Ad Sense Manager vai ocupar este espaço e permitir gerir, gratuitamente, campanhas, controlar a a distribuição, estatísticas de impressões e clickthroughs.
Ao ajudar a gerir directamente estas campanhas, o Google ganha acesso directo aos anunciantes (que não “usavam” Ad Sense!) e pode convencê-los a utilizarem o espaço não ocupado com campanhas AdSense. Genial? Não… Googlial! Uma vez mais…
Uma entrevista de Guy Kawasaki a Steve Ballmer, CEO da Microsoft. Vale a pena ver… quanto mais não seja pelo facto de Ballmer se colocar durante a entrevista no chão, de joelhos, enquanto procura o drive de DVD do Mac Book air. De outra forma, Ballmer também vai ao “chão” enquanto responde a algumas questões pertinentes sobre o Vista…
Não vou comentar. Vale a pena ver…
Hoje é 21 de Março e começa a Primavera…
Esta semana assisti, a convite da Primavera, ao seminário do Rowan Gibson, “Making Innovation Happen”.
Uma nota positiva à iniciativa da Primavera BSS e a sua “ Primavera Academy “, que inova no relacionamento com os seus clientes e parceiros, apostando na formação e na partilha de conhecimento com os “Executive Seminars” e “Mini MBAs”.
Apesar de tudo, confesso que normalmente sou muito céptico no que diz respeito a seminários. Raramente acho que vale a pena ir a um seminário. Excepto, claro, quando temos a oportunidade de ouvir alguém, como neste caso, realmente bom!
Interesso-me sempre mais pela forma como organizam e expõem ideias do que… pelos temas. Temos mais a aprender com os oradores do que sobre o que advogam e divulgam.
Os seminários, quando bons (e este, apesar de longo, foi bom!) têm pelo menos a mais valia de nos fazerem parar uns momentos, ouvir e reflectir sobre temas que muitas vezes gravitam no nosso dia-a-dia.
Discutiu-se inovação de uma forma global, focando no mercado e nas empresas. Para mim, no que diz respeito à inovação, fica a preocupação sobre como fazer com que Portugal inove suficientemente depressa e com suficiente “amplitude e profundidade” para que o seu ritmo de crescimento económico aproxime o país dos padrões mais avançados.
Para isso, e para que o esforço de Portugal para inovar não fique “preso” a uma ou outra qualquer tecnologia, empresa, ou área de negócio, é importante promover o prazer de descobrir e o gosto de aprender, de empreender, a cultura de empreender e de assumir riscos. Sem medo do fracasso! A cultura do fracasso é igual à cultura da inovação!
Pela iniciativa, obrigado Primavera! A ambas! 🙂
Algumas ideias, notas/considerações que tirei do seminário: